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Isabel Moreira afirma que Frazão referia-se a Pureza em publicação sobre assédio

Isabel Moreira afirma que a publicação de Pedro Frazão apontava diretamente para José Manuel Pureza, no contexto de julgamento por difamação

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Isabel Moreira afirmou que "a mentira é muito mais fácil de espalhar do que a reposição da verdade"
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  • A deputada do Partido Socialista, Isabel Moreira, afirmou, como testemunha, que é evidente que Pedro Frazão se referia a José Manuel Pureza numa publicação sobre assédio.
  • O vídeo publicado em 2021, acompanhado de um comentário com a pergunta “quem será o nojento de 62 anos?”, é interpretado como alusão a Pureza, segundo a testemunha.
  • Moreira disse que a publicação causou alarme significativo, ganhou centralidade fora do Twitter e foi discutida em cafés, tornando-se tema de conversas.
  • Segundo o Ministério Público, Frazão tinha consciência de que Pureza era coordenador do Bloco de Esquerda e possuía 62 anos.
  • Na primeira sessão do julgamento, Frazão negou a intenção de difamar e alegou ter utilizado a expressão “pureza” com base na sua formação cristã.

Isabel Moreira, deputada do Partido Socialista, afirmou que é evidente que Pedro Frazão, deputado do Chega, se referia a José Manuel Pureza em publicação sobre assédio. A declaração foi feita em tribunal, onde Moreira atua como testemunha no processo de difamação contra Frazão.

A deputada descreveu que a publicação gerou alarma e criou uma associação com o líder do Bloco de Esquerda, que então era o coordenador do partido. Segundo Moreira, o tema ganhou destaque público, chegando a ser comentado em espaços informais e redes sociais.

De acordo com o Ministério Público, em 2021 Frazão publicou um vídeo de uma jovem militante do Bloco de Esquerda, acompanhando o conteúdo com a frase já não há Pureza no Bloco de Esquerez a MeToo. A parlamentar do PS afirmou que o uso da palavra Pureza era claro e que a desinformação pode espalhar-se mais rapidamente que a verdade.

Contexto do julgamento

No início da sessão, realizada na segunda-feira, Frazão negou ter tido a intenção de difamar Pureza, defendendo que a sua formação cristã justificava a utilização do termo. Na altura, Pureza ocupava a função de vice-presidente da Assembleia da República e era deputado pelo Bloco de Esquerda.

Para o MP, Frazão tinha plena consciência de que Pureza integrava órgãos do Bloco de Esquerda, havia sido eleito por aquele partido e tinha 62 anos. O processo continua a decorrer no tribunal, com novas oitivas e análise de provas.

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