- A Iniciativa Liberal (IL) afirma ser completamente falso que tenha ocorrido qualquer queixa interna ou reporte de assédio sobre Cotrim de Figueiredo.
- As declarações seguem notícias de que Inês Bichão alegou ter reportado a situação de assédio no decurso de 2023.
- O partido sustenta que as acusações eram conhecidas no seio da IL há cerca de dois anos e teriam motivado a exoneração da ex-assessora.
- Inês Bichão trabalhou no grupo parlamentar da IL entre abril de dois mil e vinte e dois e outubro de dois mil e vinte e três, quando Cotrim era deputado.
- A advogada afirma que a publicação do alegado assédio foi difundida sem consentimento e que a veracidade dos factos será apurada nos tribunais, em contexto de campanha eleitoral.
O grupo parlamentar da Iniciativa Liberal (IL) rejeita que tenha havido qualquer queixa interna ou reporte relativos a assédio sexual envolvendo Cotrim de Figueiredo, candidato presidencial apoiado pelo partido. A defesa surge após a divulgação de informações sobre alegadas queixas que teriam chegado à IL.
Segundo a IL, as afirmações não correspondem à realidade e a divulgação de eventuais factos decorre num contexto de campanha, sem provas apresentadas. O partido descreve as acusações como parte de uma alegação sem fundamentação.
Inês Bichão, que trabalhou no grupo parlamentar entre abril de 2022 e outubro de 2023, afirmou que a publicação sobre o alegado assédio terá sido difundida sem consentimento e que a veracidade será apurada nos tribunais. Ela destaca que os fatos teriam sido reportados internamente em 2023.
Declarações da advogada envolvida
A advogada e consultora jurídica de Bichão explicou que a divulgação não teve a autorização dela e que a verificação dos factos está a ser tratada nos tribunais. Alega que o conteúdo não teve participação ativa na sua parte, defendendo que a divulgação é parte de uma estratégia de campanha.
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