Em Alta futeboldesportoPortugalinternacionaispessoas

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Ex-assessora da IL afirma ter reportado assédio de João Cotrim Figueiredo em 2023

Ex-assessora da IL afirma que conteúdo privado sobre alegado assédio foi difundido sem consentimento; veracidade será apurada nos tribunais

João Cotrim Figueiredo é candidato à Presidência da República
0:00
Carregando...
0:00
  • A ex-assessora da Iniciativa Liberal, Inês Bichão, afirma que a publicação sobre alegado assédio de João Cotrim Figueiredo foi difundida sem consentimento, em 12 de janeiro, e que a veracidade dos factos será apurada nos tribunais.
  • Bichãoque aponta que o conteúdo privado foi originalmente partilhado em contexto restrito e não público, e que a divulgação está a ser utilizada no âmbito da campanha eleitoral.
  • A advogada adianta que os factos foram reportados em sede interna durante o ano de 2023 e que a divulgação violou direitos de privacidade, incluindo ameaças e intimidações que tem recebido.
  • A Iniciativa Liberal afirma que não vai alimentar “uma campanha suja” ligada às eleições presidenciais e que não teve intervenção na divulgação.
  • O candidato presidencial João Cotrim de Figueiredo nega as acusações, afirma que são falsas e diz que vai avançar com uma queixa-crime por difamação.

A ex-assessora do grupo parlamentar da Iniciativa Liberal (IL) afirmou que uma publicação sobre um alegado assédio sexual envolvendo João Cotrim de Figueiredo foi difundida sem o seu consentimento. O conteúdo, surgido numa rede social, foi partilhado no dia 12 de janeiro e a sua veracidade deverá ser apurada nos tribunais, segundo o comunicado enviado à Lusa.

Inês Bichão explicou que o material privado, originalmente partilhado em contexto restrito, foi usado de forma indevida em plena campanha eleitoral. A advogada disse ainda que os factos já tinham sido reportados internamente, em 2023, e que não participou nem participa de qualquer divulgação pública. O IL limitou-se a dizer que não vai alimentar uma campanha suja relacionada com as eleições.

A antiga assessora indicou ainda que a divulgação não autorizada do seu nome e imagem, bem como as tentativas de intimidação que tem recebido, configuram ilícitos relevantes. Adiantou que não pretende alimentar a polémica, mas defendeu exercer os seus direitos nos tribunais para melhor esclarecer a situação.

Cotirm de Figueiredo reagiu, afirmando que a denúncia é absolutamente falsa. O candidato presidencial disse que vai apresentar uma queixa-crime, classificando a acusação de difamação como incorreta. O caso foi levado à comunicação de imprensa na sequência da publicação feita por uma antiga assessora parlamentar da IL.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais