- Luís Marques Mendes, apoiado por PSD e CDS-PP, defende estabilidade para aumentar salários e pensões e baixar impostos.
- Disse que, para ser eleito, é preciso passar à segunda volta e pediu voto útil na primeira.
- A arruada em Fafe, no distrito de Braga, contou com o apoio do presidente da Câmara, Antero Barbosa (PS), entre outros antigos autarcas.
- Afirmou que quer unir pessoas de centro-direita e centro-esquerda, dizendo que Portugal precisa de todas para o progresso.
- Criticou João Cotrim Figueiredo, defendendo um líder estável, experiente e sem mudanças de opinião frequentes.
Luís Marques Mendes defende estabilidade para Portugal como forma de aumentar salários e pensões e reduzir impostos, numa mensagem veiculada a dois dias do fim da campanha. O candidato apoiado por PSD e CDS-PP apelou à votação útil para passar à segunda volta.
A passagem por Fafe, no distrito de Braga, contou com apoio do presidente da Câmara, Antero Barbosa, eleito pelo PS, e de outros antigos autarcas. Mendes disse que o objetivo é vencer já no próximo domingo, com votos de pessoas à direita ou à esquerda.
“Quero unir todas as pessoas que querem o melhor para Portugal”, afirmou aos apoiantes, em arruada com megafone, em que também destacou a estabilidade como requisito para o progresso económico.
O candidato sublinhou a necessidade de uma liderança estável em Belém, criticando a alternância de posições, e referiu estar preparado para governar sem mudanças frequentes de opinião. O seu adversário direto é João Cotrim Figueiredo.
União de diferentes correntes
Mendes reforçou a ideia de conquistar votos do centro-direita e do centro-esquerda, enfatizando que Portugal precisa de uma gestão que não recorra a “exercícios de imaturidade” nem de precipitação. O discurso enfatizou a experiência e a consistência como pilares da candidatura.
Entre na conversa da comunidade