- João Cotrim de Figueiredo, líder do Chega, acusou a comunicação social de ser cúmplice de um “assassinato de caráter” relacionado com ataques pessoais e difamação.
- O dirigente afirmou que a imprensa tem papel na democracia, mas pode difamar quando atua de forma injusta.
- Disse ainda que “não há liberdade de imprensa sem responsabilidade” e que não se pode difamar pessoas de forma injusta.
- O facto comenta uma denúncia de assédio de que o político é alvo, inserindo o contexto da polémica mediática.
- A declaração foi repetida várias vezes no texto, destacando a alegada campanha de difamação associada a alguns órgãos de comunicação.
João Cotrim de Figueiredo acusou a comunicação social de ser cúmplice do que designa como assassinato de caráter. O alerta foi feito pelo líder do Chega em resposta a alegadas campanhas de difamação contra si.
O candidato argumentou que, embora a imprensa tenha um papel central na democracia, alguns órgãos passam a apoiar ataques pessoais e difamações em vez de reportar com responsabilidade.
Cotrim de Figueiredo reiterou que não existe liberdade de imprensa sem responsabilidade e que esse princípio não pode servir para difamar pessoas de forma injusta. As afirmações repetem posições anteriores do Chega sobre a imprensa.
A intervenção ocorre num contexto de críticas a potenciais abusos de comunicação na política, com o Chega a defender uma comunicação mais contida e responsável por parte dos meios de comunicação.
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