- André Ventura, apoiado pelo Chega, criticou João Cotrim de Figueiredo por recuar no apoio a uma segunda volta e recusou tornar o alegado assédio tema de campanha.
- Ventura disse que um candidato presidencial não pode mudar de posição de um dia para o outro e pediu clarificação a Cotrim de Figueiredo.
- Cotrim de Figueiredo reconheceu que a sua posição de não excluir apoio a nenhum candidato numa segunda volta foi um momento infeliz e de falta de clareza.
- O candidato do Chega afirmou que, numa eventual segunda volta, é natural que candidatos não socialistas prefiram quem quer romper com o socialismo, mantendo a sua linha.
- Ventura rejeitou transformar o caso de alegado assédio numa linha de campanha, dizendo querer falar de temas como saúde, economia e segurança, e mostrou-se confiante na vitória.
André Ventura, apoiado pelo Chega, criticou João Cotrim de Figueiredo por recuar na promessa de apoio numa eventual segunda volta e rejeitou transformar o alegado caso de assédio num tema de campanha. Este comentário foi feito antes de uma arruada de Braga, no centro da cidade.
Em Viseu, Cotrim de Figueiredo reconheceu ter sido um erro considerar a possibilidade de apoiar qualquer candidato na segunda volta, descrevendo a indefinição como uma fase difícil e pouco clara. O objetivo é manter a visão estável do que pretende para o país, segundo o candidato.
Ventura reiterou ter sido claro sobre uma alternância de poder em segunda volta: prefere candidatos não socialistas a quem defenda o socialismo, entendendo que outros candidatos não socialistas provavelmente escolheriam quem rompe com o sistema. Ele insistiu que não mudou de posição.
Interrogado sobre a denúncia de assédio sexual feita por uma antiga assessora da Iniciativa Liberal, Ventura disse que o caso deve seguir a evolução judicial ou extrajudicial e não deve ser tema de campanha. Reiterou que quer discutir problemas concretos para os cidadãos.
Na reta final da campanha, o candidato do Chega afirmou querer abordar temas de interesse público, destacando urgência em áreas como saúde, economia e insegurança. Afirmou acreditar que poderá vencer as eleições e provocar mudanças no país.
Ventura respondeu a críticas sobre preferências de cargo, manifestando que não está preocupado com o que outros políticos pensam dele, e que o foco é debater questões nacionais em vez de disputas pessoais. O objetivo é apresentar propostas para a governação.
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