- O candidato apoiado pelo Partido Socialista quer passar à segunda volta em primeiro lugar para impedir o que chama de “candidato do extremismo”.
- Apoiados pelo PS, afirma que a vitória na segunda volta não basta, é preciso liderar já a primeira posição para defender a democracia.
- A notícia mencionou uma sondagem da Católica que coloca o seu guarda-chuva em segundo lugar, perto de André Ventura, que é apoiado pelo Chega.
- Na campanha, reforçou que a decisão é entre duas visões de país e apelou aos democratas para concentrar votos no Seguro na primeira volta.
- Seguro defendeu moderação com firmeza de convicções e o objetivo de unir os portugueses, não desistindo de esse objetivo.
O candidato apoiado pelo PS, António José Seguro, afirmou hoje que pretende entrar na segunda volta em primeiro lugar para travar o que classifica como candidato do extremismo. O anúncio ocorreu durante um comício no Barreiro, distrito de Setúbal.
Seguro não citou nomes, mas apontou que a prioridade é defender a democracia e o futuro democrático, apelando ao voto de todos os que desejam viver numa sociedade fundamentada no respeito e na liberdade.
O ex-líder socialista enfatizou que a vitória só faz sentido se for sustentável na segunda volta e que o país precisa de uma disputa equilibrada entre campos políticos distintos. Afirmou ainda que o objetivo é unir os democratas.
Sondagens e dinâmica eleitoral
No arranque do discurso, o candidato referiu uma sondagem recente da Católica que o coloca perto da segunda posição, atrás do candidato apoiado pelo Chega. A plateia reagiu com entusiasmo diante da hipótese de passagem à segunda volta.
Seguro reforçou que apenas dois candidatos passam à etapa seguinte e que, nesta perspetiva, o candidato moderado disponível para representar o país é ele. Pediu aos presentes para orientarem os votos de forma a consolidar a passagem à segunda volta.
Visão de país e compromissos
O ex-líder do PS associou a decisão de voto a uma escolha entre duas visões de país: defesa do Estado social e igualdade de género contra posições que a questionam. Garantiu moderação aliada a firmeza de convicções ao lidar com adversários.
Ao longo do comício, Seguro sublinhou a necessidade de respeitar os adversários e de mostrar experiência adquirida ao nível local, Parlamento e Governo. Reafirmou o objetivo de unir os portugueses em prol de um país mais moderno e justo.
Entre na conversa da comunidade