- António José Seguro pediu aos democratas para concentrarem o voto no seu nome, dizendo que é essencial chegar à segunda volta como o único candidato moderado.
- O candidato do PS repetiu que as sondagens não ganham eleições e afirmou que o resultado depende dos votos dos portugueses, não das sondagens.
- Seguro agradeceu o apoio da líder do PAN, Inês de Sousa Real, e destacou que todos os apoios são importantes para a sua candidatura.
- Reiterou que pretende ser presidente de todos os portugueses, recebendo apoios de várias sensibilidades políticas e sociais.
- Em Seixal, afirmou que a moderação é necessária para evitar radicalismos e que a sua candidatura agrega experiência e competência para enfrentar os problemas dos portugueses.
Durante uma ação de campanha no Seixal, António José Seguro pediu aos apoiantes para não celebrarem com base em sondagens, destacando que as eleições se decidem com os votos dos portugueses e não com números de acompanhamento.
O candidato apoiado pelo PS reiterou a necessidade de concentrar o voto no seu nome para chegar à segunda volta, defendendo que é o único moderado com condições de lá chegar, evitando radicalismos e extremismos.
Seguro elogiou o apoio da líder do PAN, Inês de Sousa Real, e do presidente do PS, Carlos César, considerando todos os apoios válidos. Afirma querer ser presidente de todos os portugueses, sem discriminação entre posições ideológicas.
Apoios recebidos e perspetiva de moderação
O candidado afirmou que recebe apoios de várias correntes políticas, o que considera compatível com a natureza da sua candidatura. Reiterou que a moderação é fundamental para unir democratas em torno da sua proposta. afirmou ainda que pretende somar votos para a segunda volta.
O ex-líder socialista sublinhou a importância de apoiar todos os portugueses, independentemente da origem ideológica. Seguro sustentou que a experiência e a competência são parte do seu compromisso como candidato a Presidente da República.
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