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Oposição aponta pretensões; Frelimo vê líder à altura no ano do presidente

A oposição vê o primeiro ano de Chapo como apenas pretensões sem resultados, enquanto a Frelimo sustenta uma visão clara e ações em curso

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Presidente moçambicano, Daniel Chapo
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  • Daniel Chapo foi investido como quinto Presidente de Moçambique em 15 de janeiro de 2025, em Maputo, num contexto de manifestações contra o processo eleitoral.
  • Albino Forquilha, presidente do Podemos, qualificou o primeiro ano de governação de “pretensões” sem resultados concretos, afirmando que os impactos só se verão nos próximos anos.
  • A Frelimo considera o período suficiente para compreender a visão do Presidente, descrevendo-o como um líder “à altura” dos desafios do país.
  • Pedro Guiliche, porta-voz da Frelimo, destacou ações como o diálogo político, o Fundo de Desenvolvimento Económico Local e a retirada de Moçambique da lista cinzenta de branqueamento de capitais como evidências da visão de Chapo.
  • A resistência de outras forças, como a Renamo e o MD(M), foi marcada por críticas à velocidade de implementação de políticas e à continuidade em relação ao governo anterior, mantendo o desafio de responder aos problemas do país.

Opositor e governo analisam o primeiro ano do mandato do quinto Presidente de Moçambique, Daniel Chapo. Investido a 15 de janeiro de 2025, em Maputo, o chefe de Estado enfrenta protestos que contestam o processo eleitoral, num contexto de segurança reforçada.

Forquilha, líder do Podemos, aponta o ano inaugural como de pretensões sem resultados concretos, insistindo que só em 2026 ou 2027 se poderão aferir dados objetivos sobre a governação. O oposicionista diz que as ações ainda não justificam as críticas.

Para Guiliche, porta-voz da Frelimo, o período permitiu perceber a visão do Presidente, que visa autonomia económica e uma liderança “à altura” dos desafios. O partido destaca a serenidade e a orientação estratégica como sinal de liderança estável.

Reações na oposição

Simango, do MDN, considera precipitada a avaliação do primeiro ano, classificando-o de período de ambientação. O líder da quarta força parlamentar frisa que o país precisa ver resultados práticos no próximo ano.

A Renamo, que deixou de liderar a oposição, nota uma divergência entre discurso e ações governamentais. O porta-voz Marcial Macome critica o regresso de figuras associadas a episódios de desvios, pedindo medidas mais eficazes para enfrentar problemas sociais.

O executivo herdado é visto por várias correntes como base para medir o progresso. Entre os pontos mencionados estão o diálogo político, o Fundo de Desenvolvimento Económico Local e o esforço para reduzir a lista de branqueamento de capitais, como indicadores de continuidade estratégica.

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