- A ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, afirmou que a CGTP se auto afastou das negociações da reforma laboral, ao contrário da UGT.
- A CGTP tem manifestações marcadas para esta tarde.
- A ministra disse que o direito de manifestação é fundamental e que qualquer entidade pode exercê-lo.
- Pretende perceber o que a CGTP quer, já que até agora não participou nas negociações da reforma Trabalho XXI.
- A UGT mantém participação nas negociações da reforma laboral.
A ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, afirmou que a CGTP se auto afastou das negociações da reforma laboral, ao contrário da UGT, durante declarações em Lisboa. A notícia chegou no dia em que a CGTP tinha manifestações marcadas para a tarde.
A governante destacou que o direito de manifestação é fundamental e que qualquer entidade pode exercer esse direito, incluindo a CGTP. A prioridade é perceber o que a CGTP pretende, disse, pois até ao momento não participou nas negociações da reforma.
As negociações da reforma Trabalho XXI já estavam em curso, com a UGT envolvida, ao passo que a CGTP não fez parte do processo segundo a ministra. Esta posição é apresentada num momento de tensão entre as partes envolvidas no processo.
Protestos e contexto
Nesta tarde decorrem manifestações da CGTP, segundo a organização, em resposta ao registo da posição do movimento. A ministra afirmou que o Governo acompanha o desenrolar das negociações, com foco na transparência do processo.
A única certeza é a continuidade do acompanhamento institucional por parte do Governo e das entidades envolvidas, sem adiantar timelines nem conclusões, mantendo-se o foco nas etapas seguintes do diálogo social.
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