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Cotrim Figueiredo vê denúncia de assédio como manobra de política suja

Cotrim Figueiredo classifica a denúncia de assédio como manobra política; avança com queixa-crime por difamação e mantém posição pública sem esconder-se

João Cotrim Figueiredo
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  • Cotrim Figueiredo chamou a denúncia de assédio sexual de “manobra de política suja” e pediu aos portugueses para não se deixarem enganar.
  • O eurodeputado negou as acusações, disse que são falsas e anunciou que vai apresentar uma queixa-crime por difamação.
  • Disse ainda que a alegada ex-assessora trabalha num gabinete do Governo, dizendo que essa informação é relevante para o contexto.
  • 30 mulheres que trabalharam com ele assinaram uma carta aberta a afirmar que nunca viram comportamentos inadequados, mantendo um ambiente profissional.
  • O candidato recebeu apoio da líder da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, que o contactou para expressar solidariedade e explicou que não subscreveu a carta aberta devido ao cargo que ocupa.

Cotrim Figueiredo rejeita de forma categórica as acusações de assédio feitas por uma ex-assessora parlamentar da IL, classificando-as como uma manobra política odiosa. Apelou aos portugueses para não cair em campanhas sujas e assegurou manter a integridade pública que sempre perspetivou.

O candidato, apoiado pela IL, afirmou que avançará com uma queixa-crime e processará a pessoa por difamação, independentemente das funções que exerce num gabinete do atual Governo. Revelou ainda que a acusada trabalha no Governo PSD/CDS-PP.

Mais tarde, numa carta aberta subscrita por 30 mulheres que já trabalharam com ele, ficou garantido que nunca houve comportamentos inadequados. O grupo assegurou que o ambiente foi profissional e respeitador.

Cotrim Figueiredo agradeceu o apoio recebido, incluindo centenas de mensagens de solidariedade. Adiantou ter recebido uma chamada da líder da IL, Mariana Leitão, que o apoiou, explicando que não subscreveu a carta aberta devido ao cargo que ocupa.

Contexto e desdobramentos

A acusação veio a público numa segunda-feira, alterando o tom da campanha para o sufrágio presidencial. O candidato argumenta que a situação pode indiciar uma possível presença de desinformação num órgão de soberania.

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