- Governo vai analisar a expansão do Aeroporto do Porto.
- EUA usam o mesmo guião para intervenção militar no Irão.
- Cotrim afirma que Marques Mendes está fora da corrida.
- Ventura aparece em 1.º lugar na mais recente sondagem; Gouveia e Melo desvaloriza as sondagens.
- Seguro quer liderar a primeira volta e ficar em primeiro lugar.
Na madrugada de 14 de janeiro de 2026, o governo anunciou que vai analisar a expansão do Aeroporto do Porto, em receção a eventual aumento de capacidade e melhoria de acessibilidades. A notícia sugere um estudo técnico para avaliar custos, benefícios e prazos.
Paralelamente, o Irão volta a ocupar a agenda internacional, com a afirmação de que os EUA utilizam o mesmo guião para uma possível intervenção militar. A redação frontal refere-se a uma leitura comum entre Washington e parceiros sobre opções de resposta na região.
No âmbito político nacional, Cotrim afirmou que Marques Mendes “está fora da corrida”, mantendo o tom de liderança em torno do processo de escolha de candidatos. A declaração surge numa conjuntura marcada por várias movimentações no tabuleiro.
Presidenciais: sondagens, candidaturas e estratégias
Às 23h, Seguro pretende ser o candidato com mais votos na primeira volta, enquanto, às 22h, Gouveia e Melo desvaloriza sondagens sobre as próximas fases da eleição.
Às 21h, Ventura surge na primeira posição numa sondagem recente, refletindo o pulso dos eleitores.
Às 20h, analistas salientam que em 2025 houve menos tempo de espera em serviços de urgência, tema que acompanha críticas ao funcionamento público.
Martins comenta uma campanha anti-hotéis, ligada à esfera da liderança da esquerda, com foco em políticas turísticas e habitação.
Usa o lema de Passos enquanto reafirma: “Marques Mendes está fora”, consolidando uma narrativa de substituição no processo.
Seguro e Ventura discutem cenário provável de segunda volta, com o objetivo de chegar em primeiro lugar na primeira votação.
Mendes fala sobre a primeira-dama e as dificuldades associadas às sondagens, mantendo o tom crítico em relação aos resultados recentes.
Gouveia e Melo faz referência a Ramalho Eanes pela primeira vez, numa leitura histórica da presidência, ao analizarem o papel institucional.
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