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António Filipe não larga Seguro e aponta efeitos para esquerda e direita

António Filipe alerta que moderar políticas de esquerda beneficia a direita; Seguro surge com posição favorável para a segunda volta

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  • António Filipe, candidato apoiado pela CDU, foca a sua campanha em ajustar o eleitorado de esquerda e critica António José Seguro por alinhar políticas de direita.
  • Em Amora, Seixal, Filipe defende políticas de esquerda em vez de moderação, dizendo que essa postura beneficia a direita e que a esquerda precisa de propostas concretas.
  • Sobre as sondagens, o candidato afirma não ter cálculos políticos e sustenta que só importa o veredito de 18 de janeiro.
  • Filipe participou na campanha com o PCP e esteve com Catarina Martins numa manifestação da CGTP em Lisboa, num encontro breve durante o evento.
  • O candidato apela aos trabalhadores para que, no dia 18 de janeiro, votem numa candidatura que defenda o pacote laboral e os direitos de habitação, educação e cultura.

António Filipe intensificou, numa intervenção em Amora (Seixal), a crítica a António José Seguro, candidato da esquerda, e rivalizou com quem evita confrontos claros com políticas de direita. O objetivo é afirmar-se como a força da convergência à esquerda.

Pelo menos desde o início do mês, Filipe assinala que quem se apresenta como de esquerda, mas pratica políticas de direita, acaba por beneficiar a direita e a extrema-direita. O discurso aponta para um “campeonato da moderação” entre adversários.

O candidato do PCP criticou também a orientação de outros que se apresentam como moderados, dizendo que essa postura ajuda a manter o status quo. Reforçou que a solução passa por políticas de esquerda e por enfrentar o peso da direita na vida pública.

Contexto político e apoio organizacional

Filipe insistiu que não cabe em cantos de sereia nem em pactos vazios, defendendo uma plataforma de esquerda para enfrentar problemas do dia a dia, como a saúde e a habitação. Questionou a viabilidade de pactos sem medidas concretas.

Durante a manhã, Filipe reuniu-se com João Ferreira, candidato presidencial de 2021, que elogiou a sua posição frente ao SNS, à habitação, à educação e à cultura. Ferreira sublinhou a defesa de valores democráticos.

Atividade de campanha e mobilização

No Seixal, Paula Santos, líder parlamentar do PCP, assegurou garantias sobre a intervenção de Filipe para romper com o estado atual. O candidato também participou em atividades em Queluz, onde foi apresentado como alguém que não vacila na defesa da democracia.

No dia de uma manifestação da CGTP em Lisboa, Filipe seguiu com Catarina Martins em pontos distintos, mas acabou por haver um breve encontro à frente do Largo do Calhariz. Os dois trocaram cumprimentos rápidos antes de cada parte seguir o trajeto.

António Filipe reiterou, aos jornalistas, que desde o início se posiciona contra o pacote laboral e que, se eleito Presidente, usaria os poderes constitucionais para impedir retrocessos. Convida os trabalhadores a associar-se à candidatura na defesa de direitos laborais.

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