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Segunda volta das eleições marca nono dia da campanha

No nono dia da campanha, Cotrim de Figueiredo admite possível apoio a Ventura em segunda volta, sujeito a reflexão profunda

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Voto nas eleições presidenciais
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  • A segunda volta das presidenciais é no dia 18 de janeiro, com a campanha a entrar na última semana.
  • João Cotrim de Figueiredo, em Castelo Branco, disse que numa eventual segunda volta não exclui apoiar qualquer candidato, incluindo André Ventura, desde que haja reflexão.
  • André Ventura reagiu dizendo ver com naturalidade a possibilidade de apoio e criticou o liberal, apelando a evitar que haja um presidente socialista.
  • Outras reações incluiram Henrique Gouveia e Melo a não se surpreender com o cenário, Jorge Pinto a lamentar a possível abdicação de princípios por cálculo e Luís Marques Mendes a dizer que Cotrim de Figueiredo reconhece a inutilidade de votar na IL.
  • Catarina Martins manteve abertura, garantindo votar contra a indecência, e António José Seguro destacou o apoio de Pedro Nuno Santos, afirmando que a resolução se define no voto de 18 de janeiro.

A segunda volta das eleições presidenciais aproxima-se, com o início da nona jornada de campanha este segunda-feira. O foco esteve nos apoios entre candidatos, sobretudo entre João Cotrim Figueiredo (Iniciativa Liberal) e André Ventura (Chega), com possibilidade de voto em Ventura na segunda volta.

Cotrim Figueiredo, em Castelo Branco, disse que não excluiria apoiar qualquer candidato na segunda volta, incluindo Ventura, desde que haja uma reflexão profunda. Argumentou que Ventura moderou o discurso recentemente, o que influencia a sua posição.

Ventura, em Vila Real, respondeu que encara com naturalidade um possível apoio de Cotrim de Figueiredo numa segunda volta contra José Seguro, desde que não haja retorno de políticas socialistas. Henrique Gouveia e Melo reagiu sem surpresa a essa possibilidade.

Reações pelo país

Em Aveiro, Henrique Gouveia e Melo comentou que já viu várias estratégias de campanha e que nada o surpreende. Em Lisboa, Jorge Pinto disse estar triste, mas não impactado pelo facto, acusando Cotrim de Figueiredo de abandonar princípios por calculismo.

Luís Marques Mendes afirmou estar preparado para mais quatro semanas de campanha e disse que o voto liberal pode não chegar à segunda volta. No Seixal, Catarina Martins reiterou que o voto deve ser por convicção, mantendo a possibilidade de segunda volta em aberto.

Perspectivas da esquerda e apoios

Em Elvas, António Filipe reiterou que a segunda volta só terá relevância após a contagem da primeira volta. António José Seguro, com apoio de Pedro Nuno Santos, elogiou o reforço de apoios de direita e centro, afirmando que o voto do dia 18 será decisivo.

Seguro indicou que a resolução da posição da esquerda só chegará com o voto no dia 18, pedindo foco na concentração de votos. A campanha segue até domingo, com os cenários da segunda volta ainda incertos.

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