- A reunião entre o primeiro-ministro Luís Montenegro e a CGTP foi novamente adiada, ficando marcada para 20 de janeiro pelas 15h30.
- O adiamento deve-se a motivos de agenda, segundo uma fonte oficial da CGTP à Lusa.
- A CGTP tinha pedido a reunião em 15 de dezembro, defendendo a retirada do pacote laboral aprovado na greve de 11 de dezembro.
- O encontro deverá contar com a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, e não é para negociação, cabendo à CGTP exigir uma resposta.
- A CGTP realiza terça-feira uma manifestação nacional em Lisboa para exigir a retirada do pacote laboral, sem fechar a porta a novas formas de luta futuras.
A reunião entre o primeiro-ministro, Luís Montenegro, e a CGTP foi adiada pela segunda vez. Agora está agendada para 20 de janeiro, às 15h30, e decorre com a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Ramalho, a participar. A confirmação partiu de uma fonte oficial da CGTP à Lusa. A agenda permanece o motivo principal do adiamento.
A CGTP tinha pedido encontro em 15 de dezembro, reiterando a exigência de retirar o pacote laboral, apresentado pelo Governo. A reunião, inicialmente marcada para 7 de janeiro, foi remarcada para 14 de janeiro e, recentemente, para a nova data de 20 de janeiro.
A central sindical tem mantido que a discussão deve dar resposta à oposição ao pacote laboral e que a reunião não visa negociar, mas exigir uma posição clara do Governo. O secretário-geral da CGTP destacou a necessidade de ouvir a maioria que rejeita a proposta.
Manifestação e Concertação Social
A CGTP confirma uma manifestação nacional na terça-feira, em Lisboa, com concentração às 14h30 na Praça Luís de Camões e última paragem em São Bento, para entregar um abaixo-assinado com dezenas de milhares de assinaturas. A concentração deverá incluir uma concentração junto à Assembleia da República.
O líder da CGTP afirmou que, apesar de eventuais escolhas do Governo, a central continuará a acompanhar a Concertação Social e pode adotar novas formas de luta conforme a posição transmitida pelo Governo. A CGTP não exclui acordos com outras entidades, desde que estejam alinhados com os interesses dos trabalhadores.
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