- Catarina Martins afirmou que, numa eventual segunda volta marcada para 8 de fevereiro, votará “sempre contra a indecência” e que o cenário está “tudo em aberto” para o dia 18 de janeiro.
- A candidata do Bloco de Esquerda recusou já apontar vencedores da primeira volta e disse excluir algumas opções apenas se não estiver entre os dois nomes da segunda volta.
- Criticou André Ventura ao referir que “a política precisa de decência” e afirmou que vai votar conforme a convicção, numa visita ao projeto Seixal Criativo.
- Comentou a posição de Cotrim Figueiredo, que disse que o líder do Chega moderou o discurso; Martins insistiu que “as pessoas são os seus percursos”.
- Também abordou o apoio de Pedro Nuno Santos a António José Seguro, dizendo que Seguro tem apoios variados, enquanto caracterizou o candidato do PS como alguém que não se compromete com nenhum projeto.
Catarina Martins voltou a apelar ao voto por convicção no dia 18 de janeiro, mantendo que tudo continua em aberto para uma eventual segunda volta. Reforçou que, se ocorrer, votará sempre contra a indecência.
Ao longo da campanha, a candidata apoiada pelo BE não fez prognósticos sobre o resultado da primeira volta nem sobre o que poderá acontecer na segunda, marcada para 8 de fevereiro. Disse que não exclui algumas opções, caso não esteja entre os dois nomes da segunda volta.
Questionada sobre as críticas de Cotrim Figueiredo, que afirmou que o líder do Chega moderou o discurso, Martins sustentou o argumento de que as pessoas são os seus percursos e que a política se mede pelas ações.
Posição sobre segunda volta e decência
A dirigente rejeitou alianças em nome de compromissos, enfatizando que a política deve basear-se em decência e convicções. Referiu que a sociedade precisa de salários dignos, saúde acessível e uma economia que incentive o futuro das jovens gerações.
Sobre o cenário político, Martins mencionou o apoio de outras figuras políticas a candidatos distintos e manteve o foco na sua plataforma. A candidata destacará, nos próximos dias, a importância de trabalhar pela construção de Portugal sem ceder a discórdias.
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