- André Ventura, apoiado pelo Chega, rejeita ter “presidentes de preferência” e diz que criticaria Donald Trump se os EUA invadissem Gronelândia.
- O candidato afirma que a política não gera desilusões e destaca que o que o desilude é a falta de saúde para as pessoas.
- Ventura aponta que a União Europeia também é responsável pela defesa, dizendo que o desinvestimento em Defesa constituiu uma “sentença de morte” para a UE.
- Referindo-se a declarações de João Cotrim Figueiredo, afirma que as ameaças dos EUA à Gronelândia podem afetar a NATO, criticando prioridades da UE entre liberais, sociais-democratas e socialistas.
- Hoje, Henrique Gouveia e Melo disse, em Vila Real, que os EUA estão numa deriva perigosa após as afirmações de Trump sobre ficar com o território.
André Ventura, candidato apoiado pelo Chega, rejeitou ter presidentes de preferência no mundo e disse que criticará Donald Trump caso os EUA invadam a Gronelândia. A declaração foi feita em Aveiro, durante uma ação de campanha.
Ventura afirmou que, ao contrário de alguns, não tem ditadores favoritos nem líderes de bolso. Afirmou ainda que a desilusão não vem de figuras internacionais, mas da saúde pública do país e da ausência de liberdade.
Em reação a alertas sobre a Gronelândia, o candidato também criticou o desinvestimento europeu em defesa, considerando que a União Europeia atribuiu prioridades que prejudicaram a força do bloco. Voltou a defender uma Europa mais robusta, capaz de enfrentar ameaças externas.
Contexto europeu e defesa
Ventura criticou as políticas da UE lideradas por liberalismos e social-democratas, acusando votos conjuntos contra propostas que fortaleciam patriotas. Disse que essa linha enfraquece a defesa externa e a segurança dos cidadãos.
Entretanto, Henrique Gouveia e Melo, também candidato presidencial, afirmou em Vila Real que os Estados Unidos atravessam uma deriva perigosa após declarações de Trump sobre a Gronelândia. A fala gerou reacções de vários oponentes políticos.
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