- André Ventura, apoiado pelo Chega, esteve na Feira de São Gonçalinho, Aveiro, sob chuva.
- Na tradição local, cavacas são atiradas do cimo da igreja, e Ventura disse que não atirava nenhum porque “é de paz”.
- Reconheceu que os adversários “gostariam de estar lá em cima” a atirar objetos, mas destacou que não o faria.
- À chegada, em declarações aos jornalistas, anunciou uma semana de campanha para “dar voz a quem não tem voz”.
- Quer que os portugueses olhem para o país ao espelho e ver o estado em que se encontra, em vários níveis.
O candidato do Chega, André Ventura, visitou a Feira de São Gonçalinho, em Aveiro, sob chuva. No local, há a tradição de atirar cavacas do cimo da igreja. Ventura disse que, embora os adversários queiram estar no alto a atirar, ele não o fará porque a ação é uma demonstração de paz.
À chegada à cidade, o candidato falou aos jornalistas sobre a abertura da sua campanha para a semana seguinte, com o objetivo de dar voz àqueles que não têm. A meta é que os portugueses olhem para o país e para o que não gostam nele, ao espelho.
Ventura explicou que a estratégia passa por dizer a verdade e expor realidades onde a população sente que não é ouvida. O objetivo é levar o país a um olhar crítico sobre o estado em que se encontra, em vários níveis.
Estratégia de campanha
A proposta central é manter o foco em perguntas que conduzam a reflexão pública sobre políticas e prioridades nacionais. O candidato pretende apresentar propostas que deem resposta às preocupações de setores variados da sociedade.
Além disso, o estilo de campanha, segundo o próprio, visa mobilizar apoiantes sem recorrer a ataques pessoais, mantendo o foco em mensagens de conteúdo e em ações públicas de contacto com eleitores.
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