- As manifestações no Irão, iniciadas no final de dezembro, evoluíram para uma contestação direta ao regime.
- A repressão das autoridades já causou pelo menos 116 mortos, segundo uma ONG citada pela Lusa.
- Além das mortes, há detenções em massa e uma escalada de violência associada aos protestos.
- A crise interna já colocou Israel em alerta.
- O movimento começou com reivindicações económicas e tornou-se num dos maiores desafios para a liderança iraniana nos últimos anos.
A repressão das autoridades iranianas às manifestações que eclodiram no final de Dezembro já provocou pelo menos 116 mortos, segundo uma ONG citada pela Lusa. A cifra é atualizada à medida que novos dados são difundidos pelos observadores internacionais.
Os protestos, que começaram com reivindicações económicas, transformaram-se numa contestação direta ao regime. Este movimento representa um dos maiores desafios enfrentados pela liderança iraniana nos últimos anos.
A crise já colocou Israel em alerta, refletindo a tensão regional associada à repressão interna e às respostas do governo.
Contexto regional
A repressão tem incluído detenções em massa, com organizações de defesa dos direitos humanos a acompanhar o balanço de vítimas e prisões. As informações procedem de fontes não governamentais que monitorizam o terreno.
Perspetiva internacional
Observadores destacam o impacto diplomático da crise, com reacções de países e organismos internacionais a chamar à contenção e ao respeito pelos direitos fundamentais. Não há, até ao momento, uma avaliação final pública.
A situação no Irão permanece em evolução, com monitorização contínua de fontes independentes para confirmar números e desenvolvimentos no terreno.
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