- O PS na Câmara Municipal de Lisboa vai apresentar um voto de repúdio pela morte de uma cidadã norte-americana, assassinada por um agente da imigração dos EUA durante uma operação do Immigration and Customs Enforcement (ICE), em 7 de janeiro, em Minneapolis, Minnesota.
- O partido critica a “degradação” do Estado democrático e a “escalada repressiva” da administração liderada por Donald Trump, e sustenta que não pode haver silêncio perante a situação.
- O documento aponta a alegada ausência de investigação plena e transparente, alegando que o ICE terá impedido autoridades locais e estaduais de investigarem de forma autónoma, o que, segundo o PS, fragiliza a autonomia estadual e a separação de poderes.
- Os socialistas criticam ações e discursos de Trump, afirmando que contribuem para o enfraquecimento do Estado de direito e para a polarização, com exemplos citados de incitamento à violência, ataques à imprensa e desrespeito a compromissos internacionais.
- Se aprovado, o voto de repúdio será comunicado à Embaixada dos EUA em Lisboa, às Nações Unidas, à Amnistia Internacional, à Human Rights Watch e a outras organizações de direitos humanos; a iniciativa é subscrita pelos vereadores Alexandra Leitão, Sérgio Cintra, Carla Madeira e Pedro Anastácio.
O PS na Câmara Municipal de Lisboa vai apresentar um voto de repúdio pela morte de uma cidadã norte-americana, baleada por um agente da imigração dos EUA. O facto ocorreu a 7 de janeiro, em Minneapolis, Minnesota, durante uma operação do ICE. O texto sustenta a necessidade de responsabilização e de transparência na investigação.
Os socialistas criticam a alegada obstrução de autoridades locais e estaduais na investigação, apontando para uma suposta erosão da autonomia estadual e da separação de poderes. O voto insiste na importância do Estado de direito e de investigações autónomas.
O documento, que será discutido na reunião do executivo municipal na próxima quarta-feira, destaca a defesa da justiça, da paz e dos direitos humanos. O PS afirma que a cidade lisboeta não pode permanecer em silêncio perante a escalada repressiva nos EUA.
A iniciativa também expressa solidariedade à família de Renee Nicole Good, à comunidade de Minneapolis e a quem tem exigido respostas. O texto elogia ainda o posicionamento do presidente da Câmara de Minneapolis, Jacob Frey, pela defesa da autonomia local.
Caso seja aprovado, o voto será dirigido à Embaixada dos EUA em Lisboa, às Nações Unidas, à Amnistia Internacional e à Human Rights Watch, entre outras entidades internacionais. A proposta é subscrita pelos vereadores Alexandra Leitão, Sérgio Cintra, Carla Madeira e Pedro Anastácio.
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