- Luís Marques Mendes pediu à ministra da Saúde explicações públicas sobre o que tem corrido mal no SNS e quais as medidas para corrigir, alertando para o risco do vazio gerar alarme social.
- O apelo foi feito em São João da Madeira, durante um almoço-comício que reuniu cerca de 500 pessoas, com intervenção do ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida.
- O candidato, apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP, já tinha pedido esclarecimentos à direção executiva do SNS e dirigiu o apelo diretamente à ministra Ana Paula Martins.
- Marques Mendes sublinhou dois conselhos presidenciais: explicar as questões na saúde e o caminho, calendário e medidas a seguir, sem criar vazios.
- Reiterou ainda a necessidade de reduzir a carga burocrática sobre os médicos, defendendo que isso lhes devolvia tempo para atender os doentes, e disse que, se eleito, pretende liderança tranquila, mas firme.
Luís Marques Mendes pediu explicações públicas à ministra da Saúde sobre os problemas no SNS e sobre as medidas em preparação para os corrigir. Alerta para que, no seu entender, o vazio na comunicação gera alarme social em política.
Durante um almoço-comício em São João da Madeira, Aveiro, o candidato do PSD/CDS-PP reuniu cerca de 500 pessoas. Contou ainda com a intervenção do ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida.
Marques Mendes já tinha solicitado esclarecimentos à direção executiva do SNS, dirigindo hoje o apelo diretamente à ministra Ana Paula Martins. Defende um estilo de Presidência firme, mas tranquilo.
O primeiro conselho é que a ministra explique o que tem corrido mal na saúde e o que está a ser preparado para corrigir. Quer clarificar o caminho e o calendário para as medidas adotadas.
O candidato sublinha que, em política, o vazio de comunicação provoca alarme social. Beneficia, segundo ele, uma explicação clara sobre o que falhou e o que vem a seguir.
O segundo conselho é reduzir a carga burocrática dos médicos, que, segundo Marques Mendes, pode ocupar até um terço do tempo de trabalho. Argumenta que menos burocracia aumenta o tempo disponível para os doentes.
Caso seja eleito Presidente da República, Marques Mendes afirma que pretende exercer o cargo com uma liderança tranquila, mas firme, sem perder foco na governabilidade.
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