- Luís Marques Mendes pediu aos indecisos que escolham quem está mais bem preparado e tem maior experiência, apresentando-se como o candidato da estabilidade.
- Afirmou que o seu discurso está centrado na ideia de estabilidade e garantiu que o repetirá nos próximos dias; acredita ser o candidato mais votado no dia 18.
- Iniciou o oitavo dia de campanha na Praia do Furadouro, em Ovar, acompanhado por autarcas, num contacto com a população; no voto antecipado esteve o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.
- Comentou a sua idade, dizendo que é “um bocadinho de exagero” chamá-lo de velho aos 68 anos e afirmou ter energia para a campanha.
- Reforçou a independência face ao Governo, dizendo que é amigo de boas decisões do Governo e adversário de falhas; não anunciou apoio a adversários e contou com apoios de figuras de fora do PSD/CDS, bem como de independentes.
Luís Marques Mendes intensifica o apelo aos indecisos na última semana de campanha. O candidato presidencial pediu aos eleitores que escolham quem está mais bem preparado e com maior experiência, afirmando ser o candidato da estabilidade.
A poucos dias das eleições, Mendes afirmou estar convencido de que será o mais votado no dia 18. Dirigiu-se aos indecisos, destacando a importância de escolher quem pode dialogar e fazer convergências para um governo estável.
No domingo, o candidato abriu a oitava semana de campanha na Praia do Furadouro, em Ovar, acompanhado pelo presidente da Câmara local, Domingos Silva, e pelo secretário de Estado das Pescas e do Mar, Salvador Malheiro.
Campanha e mensagens
Durante o percurso, Mendes reiterou que o voto antecipado é já possível para eleitores recenseados. Defendeu que a estabilidade é essencial para que o governo possa enfrentar problemas do país.
O candidato destacou ainda a importância de quem governa ter experiência e capacidade de diálogo para evitar rupturas. Reiterou que não é amigo nem adversário do Governo, mas defensor de decisões responsáveis.
Apoios e posicionamento
Mendes mencionou apoios de várias figuras fora do PSD e CDS-PP, incluindo independentes e personalidades de outros quadrantes, como Toy e Alice Vieira. Mantém a linha de independência perante o executivo.
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