- Luís Marques Mendes, apoiado pelo PSD e CDS-PP, disse que é uma vantagem os portugueses conhecerem bem as suas qualidades e defeitos e rejeitou candidatar-se por ajuste de contas, vaidade ou enriquecimento.
- O candidato afirmou que a sua única guerra é Portugal, o seu futuro, a estabilidade e o desenvolvimento, e que pretende ser o Presidente da estabilidade para consolidar os bons resultados económicos.
- Reiterou que tem experiência política como vantagem e afastou a ideia de competir com os adversários via guerras entre eles.
- Garantiu que os portugueses já conhecem as suas posições e opiniões há mais de uma década, o que vê como previsibilidade e confiança, brincando sobre a altura sem alterar o essencial.
- Regresso a Lamego após vinte anos, com agradecimentos ao líder do CDS-PP, Nuno Melo, e promessa de presidências abertas, começando pelo interior; eleições marcadas para 18 de janeiro de 2026, num lote de onze candidatos.
Luís Marques Mendes, candidato apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP, defendeu em Lamego que a melhor forma de os portugueses conhecerem o candidato é ter acesso às suas qualidades e defeitos. Afirma ter entrado na corrida sem intenções de enganar o eleitorado.
O candidato afirma não ter entrado na corrida para ajustar contas, enriquecer currículo ou por vaidade. Propõe ser o Presidente da estabilidade, comprometido com o reforço dos resultados económicos recentes e com a credibilidade internacional de Portugal.
Mendes destacou a sua experiência política como vantagem, sem mencionar adversários. Referiu a importância de não brincar com a credibilidade externa e lembrou críticas ao passado recente, associando o seu desempenho a uma governância responsável.
Eleito para “presidência da estabilidade”, o candidato afirmou que quer consolidar o que correu bem ao país, incluindo a recuperação económica. Em tom humorado, referiu que o eleitor já conhece a sua altura, sem que isso influencie o desempenho no cargo.
O dirigimento ambiental ocorreu em Lamego, com o líder do CDS-PP, Nuno Melo, a agradecer o apoio e a reconhecer a coragem de conduzir o partido num momento difícil. Mendes elogiou a adesão dos democratas-cristãos ao projeto.
Caso seja eleito, Marques Mendes promete presidências abertas e foco no interior do país, mantendo o objetivo de diálogo com comunidades e regiões menos visitadas.
Cenário eleitoral e próximos passos
As eleições presidenciais realizam-se a 18 de janeiro de 2026. Concorrem 11 candidatos, número recorde, com a possibilidade de segunda volta a 8 de fevereiro caso nenhum obtenha maioria.
Entre os concorrentes estão Gouveia e Melo, António Filipe, Catarina Martins, António José Seguro, Humberto Correia, André Pestana, Jorge Pinto, Cotrim Figueiredo, André Ventura e Manuel João Vieira. O resultado poderá definir o rumo político nacional.
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