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Marques Mendes aconselha ministra da Saúde explicar vazio que gera alarme social

Mendes exorta a ministra da Saúde a explicar falhas no Serviço Nacional de Saúde e indicar medidas para corrigir, evitando alarme social

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Marques Mendes
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  • Luís Marques Mendes, candidato presidencial apoiado pelo PSD e pelo CDS-PP, pediu à ministra da Saúde explicações sobre o que tem corrido mal no SNS e o que está a ser preparado para corrigir.
  • O apelo foi feito num almoço-comício em São João da Madeira, com a intervenção do ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida.
  • Mendes apresentou dois conselhos: explicar as falhas na saúde e indicar o caminho, o calendário e as medidas para corrigir; e reduzir a carga burocrática dos médicos para lhes devolver tempo aos doentes.
  • Reiterou que pretende uma presidência de liderança tranquila, mas firme, e alertou para os riscos de um país em permanente campanha eleitoral.
  • As eleições presidenciais são no dia dezoito, com onze candidatos; se nenhum obter maioria, há segunda volta em oito de fevereiro entre os dois mais votados.

Luís Marques Mendes pediu à ministra da Saúde explicações públicas sobre os problemas no SNS e os passos para os corrigir, em São João da Madeira, durante um almoço-comício com cerca de 500 pessoas. O evento contou com a presença do ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castros Almeida.

O candidato, apoiado pelo PSD e CDS-PP, reiterou que o vazio na comunicação política gera alarme social. Disse que é crucial explicar o que corre mal, qual o caminho proposto e o calendário de implementação das medidas.

Marques Mendes defendeu ainda reduzir a carga burocrática dos médicos, argumentando que isso liberaria tempo para os doentes. Acrescentou que, se eleito Presidente, pretende uma liderança tranquila, mas firme, em parceria com o Governo.

Contexto político

O ex-líder social-democrata assegurou que o Presidente deve orientar o país com estabilidade durante a legislatura, evitando constantes crises políticas. Acrescentou que o Governo precisa de foco em matérias com menor atenção, contribuindo para uma governação estável.

A agenda de cabeça de lista inclui 11 candidatos às presidenciais, marcadas para 18 de janeiro. Caso nenhum obtenha maioria, haverá segunda volta em 8 de fevereiro entre os dois mais votados.

Participam na corrida: Gouveia e Melo, Marques Mendes (PSD/CDS), António Filipe (PCP), Catarina Martins (Bloco de Esquerda), António José Seguro (PS), Humberto Correia, André Pestana, Jorge Pinto (Livre), Cotrim Figueiredo (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega) e Manuel João Vieira.

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