Em Alta futeboldesportointernacionaispessoasnotícia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Lei eleitoral permanece analógica na era digital

Algoritmos das redes sociais moldam mensagens políticas e ampliam polarização, mas a lei eleitoral em Portugal mantém referências limitadas a estas plataformas

Telinha
Por
Estes municípios podem mudar tudo
0:00
Carregando...
0:00
  • Especialistas alertam que os algoritmos das redes sociais moldam a comunicação política, ampliam populismos, polarizam discursos e radicalizam opiniões.
  • A lei eleitoral portuguesa tem referências limitadas às plataformas digitais e à sua influência nas campanhas.
  • O analista político André Pereira afirma que o algoritmo funciona hoje quase como um espaço institucional, influenciando a construção de mensagens, o perfil do político e a sua presença mediática e digital.
  • O cientista político Vicente Valentim, professor na IE University, destaca que as redes mudaram a forma de comunicar com os eleitores, com mais ênfase em mensagens de carga emocional.
  • Embora o impacto direto nos resultados eleitorais seja geralmente modesto, os algoritmos podem influenciar temas, polarizar a opinião pública e criar ambientes favoráveis a determinados candidatos, o que representa um desafio à democracia.

Na era digital, especialistas afirmam que os algoritmos das redes sociais estão a transformar o espaço político, mas a lei eleitoral portuguesa continua a oferecer referências limitadas a estas plataformas e à sua influência nas campanhas.

Segundo analistas ouvidos pela Lusa, os algoritmos moldam a comunicação dos políticos e amplificam populismos, polarizam discursos e radicalizam opiniões, especialmente em fases de campanha.

O analista político André Pereira descreve o algoritmo como um espaço institucional, capaz de influenciar mensagens, definir o perfil político e condicionar a presença pública, mediática e digital.

O cientista político Vicente Valentim aponta que as redes mudaram a forma de comunicar com os eleitores, privilegiando mensagens emocionalmente carregadas, como medo e tristeza, tendência especialmente evidente em partidos populistas.

Valentim acrescenta que, embora as redes tenham alterado o modo de campanha, os estudos indicam impactos diretos limitados nos resultados eleitorais, pois campanhas mantêm efeitos moderados fora das redes.

Susana Salgado observa que os algoritmos podem influenciar o ambiente de campanhas, incluindo temas, polarização e clima de apoio a candidatos, com evidências de manipulação para favorecer ideias ou nomes específicos.

Os especialistas concordam que a evolução tecnológica e o papel dos algoritmos representam desafio para a democracia, enquanto a legislação eleitoral não acompanha plenamente estes fatores.

Em síntese, a mudança tecnológica coloca a voting landscape em evidência, exigindo respostas que considerem a influência das plataformas digitais na comunicação e na perceção pública.

A newsletter do 24notícias reforça o compromisso de entregar informação útil, que ajude a entender o mundo e tomar decisões com base em dados verificáveis, sem sensacionalismo.

Quem desejar, pode inscrever-se na nova edição da newsletter para ficar informado com conteúdos analíticos e atualizados sobre política, tecnologia e sociedade.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais