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Isaltino acusa Cotrim de ser queque e Ventura de parecer proto-ditador

Isaltino Morais acusa Cotrim, Ventura e Marques Mendes em Ponte de Lima, enquanto Gouveia e Melo assume tom crítico da oposição e defesa de liderança.

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  • Isaltino Morais discursou em Ponte de Lima, dizendo que Gouveia e Melo é visto como Cristiano Ronaldo e atirando críticas a Cotrim Figueiredo, Ventura e Marques Mendes com várias alcunias, incluindo “queque de 3ª categoria” e “proto-ditadorzeco”.
  • O autarca atirou críticas a João Cotrim Figueiredo, André Ventura, António José Seguro e Marques Mendes, descrevendo-os como “aventuras liberais de terceira categoria”, “direita reacionária” e “moralista de goela”.
  • Morais citou Luís Montenegro e Barack Obama para defender uma agenda ousada, afirmando que a esperança está nos mais ousados e que devem votar em Gouveia e Melo.
  • Henrique Gouveia e Melo respondeu aos opositores, questionando a elevação do discurso, defendendo que Portugal precisa de liderança com stamina para crises e chamando António José Seguro de “falso socialista”.
  • O almirante rejeitou ser “tio de Cascais” e criticou Cotrim Figueiredo por neoliberalismo, além de atacar Marques Mendes por alegadas duas caras e falta de dignidade na representação.

Isaltino Morais discursou em Ponte de Lima, diante de um Teatro Diogo Bernardes lotado, após passar o fim de semana a acompanhar o almirante. O autarca de Oeiras defendeu Gouveia e Melo e criticou de forma contundente vários adversários, incluindo Cotrim Figueiredo, Ventura e Marques Mendes, usando uma linguagem direta e incidente para marcar posição.

No discurso, Morais descreveu Cotrim Figueiredo como um candidato de terceira categoria numa crítica às propostas liberais, associando os “candidatos queques” a uma distância do país real. Também questionou o papel de André Ventura, acusando-o de promover uma direita reacionária e de apresentar propostas vazias.

O autarca ainda atacou António José Seguro, chamando-o de cinzento do politicamente correto, e apontou Marques Mendes como um político de duas caras, alegando que a sua campanha estaria morta. Morais citou referências de rodapé partidário para sustentar as críticas.

Morais reforçou ainda a ideia de que votar na chamada pacotilha liberal seria votar nos queques, segundo o seu raciocínio. Referiu que algumas figuras de destaque estariam ligadas ao apoio a Gouveia e Melo, numa tentativa de reforçar a legitimidade da candidatura.

Gouveia e Melo: resposta e contexto

Henrique Gouveia e Melo discursou a seguir, questionando o eleitor sobre a melhor figura para enfrentar momentos de crise. O almirante criticou de forma implícita aqueles que, segundo ele, defenderam uma linguagem mais elevada sem produzir resultados práticos.

O almirante reiterou a necessidade de estabilidade na liderança do Estado e desvalorizou críticas a si mesmo e a outros candidatos. Referiu que não se pode associar gestão pública a meras soluções simplistas ou a promessas de curto prazo.

Gouveia e Melo rejeitou a ideia de ser comparado a situações pessoais de outros intervenientes, destacando que não se identifica com o estilo de Cascais. Concluiu ao sublinhar a importância de uma gestão com dignidade e sentido de Estado.

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