Em Alta futeboldesportointernacionaispessoasnotícia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Iniciativa Liberal pede acordo político sobre subsídio de mobilidade

Iniciativa Liberal apela a entendimento político para o Subsídio Social de Mobilidade com retenção de até vinte e cinco por cento para pagamento de dívidas

Telinha
Por
Iniciativa Liberal apela a entendimento político quanto ao subsídio de mobilidade
0:00
Carregando...
0:00
  • A Iniciativa Liberal apela aos partidos com representação parlamentar para viabilizar rapidamente uma solução de atribuição do Subsídio Social de Mobilidade, com retenção de até 25% do seu valor para pagamento de dívidas ao Estado.
  • O partido critica o novo regime por ter sido criado sem articulação com os Governos Regionais, alegando que agrava o acesso dos cidadãos à mobilidade.
  • Gonçalo Maia Camelo acusa uma postura de comunicação confusa e de reações políticas desgarradas por parte de vários partidos, prejudicando residentes das Regiões Autónomas.
  • A IL afirma que, com o novo regime, moradores com dívidas às Finanças ou à Segurança Social ficam sem acesso ao subsídio, com mais burocracia e acesso desigual.
  • Defende tratar a mobilidade como uma tarifa de residente, não como subsídio, para simplificar preços, reduzir atrasos e garantir acesso igual aos residentes, especialmente nas ilhas.

A Iniciativa Liberal pediu a todos os partidos com representação parlamentar que deixem de lado o ruído político e avancem rapidamente com uma solução para atribuição do Subsídio Social de Mobilidade. Propõem manter uma retenção de até 25% do valor, destinado ao pagamento de dívidas ao Estado. A ideia é salvaguardar o direito à mobilidade, cumprir as obrigações do Estado e evitar que o beneficiário fique mais penalizado.

O partido sustenta que há falta de articulação institucional e um debate político que aumenta a confusão, prejudicando especialmente os residentes das Regiões Autónomas. O comunicado aponta que o Governo aprovou um novo regime sem coordenação com os Governos Regionais, o que agrava o funcionamento do apoio.

Gonçalo Maia Camelo, deputado da Iniciativa Liberal, afirma que a ausência de explicações claras e a condução improvisada do processo geraram incerteza. O parlamentar critica também as reações políticas de várias forças, dizendo que não resolvem os problemas nem ajudam os madeirenses e açorianos.

Para o liberal, o novo regime impede cidadãos com dívidas às Finanças ou à Segurança Social de aceder ao subsídio. Além disso, exige documentos que o Estado já possui e não garante o reembolso imediato a todas as companhias aéreas. O acesso ao apoio ficaría mais burocrático e desigual.

O texto defende que o problema estrutural está na abordagem do apoio como subsídio, em vez de o tratar como uma tarifa de residente. O objetivo é simplificar o acesso, tornando o preço do bilhete mais previsível e igual para todos.

A Iniciativa Liberal sustenta que, em termos legais, a exigência de regularização tributária decorre da opção por um modelo de subsídio. O partido admite que, em casos graves, o incumprimento pode ter consequências legais, mas mantém que a mobilidade deve continuar como direito essencial dos residentes.

Gonçalo Maia Camelo também explica que a maioria dos residentes tem situação fiscal regularizada. Ainda assim, defende que a mobilidade não pode depender de reembolsos ou de erros administrativos, mantendo o acesso universal ao apoio.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais