- O candidato presidencial Gouveia e Melo afirmou que a campanha atual mostra uma tentativa dos partidos de tomar conta da Presidência da República, contrariando o espírito da Constituição.
- O almirante, ex-chefe do Estado-Mior da Armada, falava em Chaves antes de seguir para Ponte de Lima, onde faria a última ação de campanha do dia.
- Segundo ele, a Presidência deve manter equilíbrio e não tornar-se partidarizada; adiantou que há uma partidarização crescente do cargo.
- Afirmou que, com a sua candidatura, surge pela primeira vez no processo eleitoral português a perspetiva de um Presidente verdadeiramente independente, o que “assusta” o sistema partidário.
- Concluiu que os partidos tentam designar representantes para o cargo, o que, na sua leitura, pode dividir os portugueses e fragilizar a união que a Presidência deveria promover.
O candidato presidencial Gouveia e Melo afirmou que a atual campanha evidencia uma tentativa de os partidos tomar conta da Presidência da República, em desacordo com o espírito da Constituição. O alerta foi feito em Chaves, antes de seguir para Ponte de Lima.
O almirante, antigo chefe do Estado-Mol da Armada, explicou que a Presidência deve funcionar como equilíbrio constitucional, sem partidarização. Observou que a tendência atual, embora não seja nova, está mais evidente neste ciclo eleitoral.
Segundo o ex-chefe militar, a candidatura de independência promete um Presidente menos sujeito a influências partidárias. Apontou que o sistema partidário viu surgir representantes de várias fações, o que, na sua perspetiva, pode dividir os portugueses.
Gouveia e Melo acrescentou que a Presidência da República, nesse cenário, atua como ponta de um triângulo destinado a unir a nação, em contraste com o que classificou como partidarização excessiva. Mantém-se atento ao desenrolar da campanha.
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