- Gouveia e Melo afirmou que aceitará apoios de partidos se passar à segunda volta, desde que não seja condicionado.
- Disse não querer um “apoio partidário” que condicionasse a sua ação, independentemente de quem apoiar.
- Garantiu ter apoios de diferentes espectros políticos e que a presidência deve unir, não dividir o país.
- Durante visita à Feira Gastronómica de Boticas, acompanhado por Isaltino Morais e Ângelo Correia, comentou a candidatura.
- Apelou ao voto dos portugueses tanto no dia 18 como para quem vota antecipadamente, dizendo que o voto deve ser pela personalidade capaz de ajudar Portugal nos tempos difíceis.
Gouveia e Melo afirmou que aceitará apoios de partidos se chegar à segunda volta das eleições, desde que não seja condicionado. Reiterou que não aceita voto útil partidário na primeira volta, no dia 18. O anúncio ocorreu durante uma visita à Feira Gastronómica de Boticas, no distrito de Vila Real.
O ex-chefe do Estado-Maior da Armada estava acompanhado pelo presidente da Câmara de Oeiras, Isaltino Morais, e pelo antigo ministro Ângelo Correia. A posição surge num contexto de contactos com diversos setores do espectro político, sem compromissos formais.
O militar disse confiar em discutir uma eventual parceria com partidos se disputar a segunda volta, mas sublinhou um limite: não aceitar condições políticas que condicionem a atuação da Presidência. Defendeu que a presidência deve unir, não dividir, o país.
Apoios condicionados e apelos ao voto
Logo no início da intervenção, Gouveia e Melo apelou aos portugueses para votar no dia 18 e, para quem vota antecipadamente, já hoje. Criticou a ideia de votos úteis ligados a interesses partidários, defendendo que a escolha deve recair na personalidade capaz de enfrentar os desafios do país.
O candidato afirmou que já recebe apoios de vários espectros, incluindo forças à esquerda e à direita, bem como vozes radicais. Enfatizou que a presidência pode ser um espaço de união e resolução de problemas, não de viés partidário.
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