- Cuba, através do presidente Miguel Díaz-Canel, disse ser “uma nação livre e independente” e que está pronta para defender a pátria até à última gota de sangue.
- Díaz-Canel afirmou que Cuba não agride, mas é agredida pelos Estados Unidos há 66 anos.
- Trump exortou Cuba a aceitar um acordo “antes que seja tarde” e alertou para ficar sem petróleo e recursos venezuelanos.
- Nos Estados Unidos, Nicolás Maduro e a mulher, Cilia Flores, foram detidos em Nova Iorque por acusações de tráfico de droga; Delcy Rodríguez foi nomeada presidente interina da Venezuela.
- A Administração de Joe Biden aprovou uma ordem de emergência nacional para proteger as receitas da venda de petróleo venezuelano em contas do Tesouro, bloqueando procedimentos de credores.
Cuba reagiu a declarações de Donald Trump, afirmando ser uma nação livre e independente. O chefe de Estado cubano, Miguel Díaz-Canel, escreveu na X que Cuba não agride e tem sido vítima de agressões dos EUA há 66 anos, preparando-se para defender a pátria.
O comentário de Trump instou Cuba a aceitar um acordo antes que seja tarde. O objetivo seria cortar o acesso a petróleo e a recursos venezuelanos, segundo a narrativa da Administração norte-americana.
Entretanto, a leitura regional ganhou contornos com a operação norte-americana em Caracas, destinada a deter o presidente venezuelano Nicolás Maduro. Maduro e a ex-deputada Cilia Flores enfrentam acusações de tráfico de droga nos EUA.
Contexto regional
Após a captura de Maduro, Delcy Rodríguez foi nomeada presidente interina da Venezuela, segundo informações divulgadas nos EUA. Trump anunciou, no mesmo fim de semana, uma medida de emergência nacional para proteger receitas petrolíferas venezuelanas.
A ordem visa bloquear fundos em contas do Tesouro derivados de vendas de petróleo venezuelano, impedindo credores estrangeiros de reclamarem capital. A Venezuela detém grandes reservas de petróleo, segundo a OPEP.
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