- Catarina Martins, candidata do Bloco de Esquerda, focalizou a mensagem na habitação, prometendo travar aumentos de rendas.
- Anunciou que vetará o pacote de habitação já aprovado e desafiou os adversários a clarificarem a sua posição na corrida presidencial.
- Criticou o ministro Joaquim Miranda Sarmento por considerar 1.000 euros/mês uma renda baixa, prometendo travar diplomas que fixem rendas moderadas em 2.300 euros.
- Utilizou a Associação de Moradores da Bouça, no Porto, como exemplo de habitação pública, ligada ao SAAL (sistema de construção de habitação pública).
- Afirmou que a habitação é uma “questão de regime” e apontou impactos nos profissionais de saúde e professores, ligada a uma possível crise dos serviços públicos.
Catarina Martins, candidata do Bloco de Esquerda, centrou o seu discurso na habitação, prometendo ser um travão eficaz ao aumento das rendas. O anúncio ocorreu durante a campanha, em particular numa visita à Bouça, no Porto.
A bloquista desafiou os adversários a clarificarem as suas posições sobre a habitação e afirmou que vetará o pacote já aprovado, caso seja necessário. Menos palavras para a defesa de medidas que a Coimbra… (Need to fix) Actually: vamos manter claro: desafiou os oponentes a pronunciarem-se com a mesma clareza.
Martins referiu-se especificamente ao ministro Joaquim Miranda Sarmento, que afirmou que 1.000 euros mensais é uma renda baixa. A candidata disse que bloqueará diplomas que considerem moderada uma renda de 2.300 euros ou que chamem baixa uma renda acima dos salários em Portugal.
Como exemplo, apontou a Associação de Moradores da Bouça, no Porto, criada em 1975 no âmbito do SAAL. A candidata descreveu o tema como uma questão de regime e vincou o impacto dos preços da habitação em profissionais de saúde e professores, afetando serviços públicos.
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