- André Ventura, líder do Chega, afirmou que, se não passar à segunda volta, fará tudo para evitar que um socialista seja eleito Presidente.
- Reiterou o convite a Luís Montenegro e ao PSD para esclarecerem quem apoiariam numa hipotética segunda volta entre António José Seguro e o candidato apoiado pelo Chega.
- Garantiu que o objetivo é acabar com o socialismo em Portugal e virar a página para permitir o crescimento do país.
- Afirmou haver grandes diferenças entre Chega e PSD, e pediu clarificação de Montenegro sobre o apoio no segundo turno, caso Ventura dispute essa fase.
- Colocou os candidatos apoiados pelo PS e pelo PSD no mesmo plano, dizendo que o seu espaço vai do centro-direita à direita e que não é de extrema-direita.
O candidato presidencial André Ventura, líder do Chega, afirmou aos jornalistas, durante uma arruada na Guarda, que fará tudo para evitar a eleição de um socialista. A prioridade é impedir que o Presidente seja apoiado por partidos de esquerda.
Ventura disse que não quer ver no Palácio de Belém alguém que ameace a economia ou a liberdade, mantendo o sentido de lutar contra o que classifica como socialismo. O apelo inclui que o PSD esclareça o apoio numa possível segunda volta.
Pedido de clareza sobre apoios
O cabeça de lista do Chega apelou a Luís Montenegro e ao PSD para esclarecerem qual seria o seu apoio numa eventual segunda volta entre Seguro e o candidato apoiado pelo Chega. A posição de Montenegro fica, assim, sob escrutínio público.
Ventura também criticou o alinhamento entre PS e PSD, dizendo que escolher entre candidatos de ambos os lados pode replicar cenários já vividos. O candidato afirmou que o seu espaço político se situa entre o centro-direita e a direita, não no extremo.
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