- Rui Rio, no primeiro dia da campanha oficial, criticou António José Seguro e André Ventura em Famalicão e realçou a importância da responsabilidade presidencial.
- Dita que o Presidente não deve ser populista e atacou Marques Mendes por aumentar audiências sem atender à seriedade do cargo.
- Afirmou que o Palácio de Belém não é a Casa dos Segredos e criticou quem eleva as audiências, acrescentando que o Presidente não pode ser um “tanto faz” como João Cotrim Figueiredo.
- Reiterou críticas a Cotrim Figueiredo e, em tom de apoio a Gouveia e Melo, disse que este é o único candidato com “coragem e independência” para Chefe de Estado; fez referência ao Porto e a um suposto “cartão amarelo” a Cotrim.
- Gouveia e Melo respondeu, acusando Seguro de cinismo e de “casamento por conveniência” entre seguristas e costistas, e criticou o interesse por idosos.
Rui Rio, líder do PSD, abriu a campanha oficial em Famalicão com críticas a António José Seguro e André Ventura, destacando a importância de uma Presidência responsável e sobria. O evento ocorreu no primeiro dia de campanha, em contexto de atuação pública do candidato nacional de Gouveia e Melo.
Ao longo do dia, Rio apontou que o Presidente não deve ser populista e atacou Marques Mendes por “aumentar audiências” sem exigir seriedade do cargo. As declarações visaram reforçar a ideia de que o cargo requer responsabilidade, não popularidade mediática.
Rio acrescentou que o Presidente não é quem aumenta audiências na televisão, lembrando que o Palácio de Belém não é a Casa dos Segredos. O discurso também criticou quem foca apenas em retórica, sublinhando a necessidade de uma liderança sóbria.
O ex-autarca do Porto foi ainda citado a defender que o Presidente não pode ser indiferente e que o liberalismo não pode comprometer a dignidade do cargo. O comentador foi associado a episódios em que o Porto recebeu críticas, com a expectativa de resposta popular.
A intervenção terminou com Rui Rio a apontar Henrique Gouveia e Melo como o único candidato com coragem e independência para liderar o país. No domingo está prevista a participação de Isaltino Morais na campanha de Gouveia e Melo.
Gouveia e Melo reagiu aos ataques, tratando o envolvimento de Seguro como cinismo, por um suposto “casamento por conveniência” entre costistas e seguristas. O almirante repetiu críticas a Seguro, alegando que o candidato do PS antes o acusava de serem “experimentalistas”.
O discurso de Gouveia e Melo manteve o tema da seriedade do cargo e rejeitou a ideia de que o Presidente possa servir interesses partidários. O almirante também criticou João Cotrim Figueiredo por não valorizar a dignidade da Presidência, ao considerar que alguns candidatos passam de posição em posição sem compromisso firme.
No conjunto, as intervenções enfatizaram a necessidade de um Presidente que priorize o interesse nacional acima de acordos políticos. Houve menções ao apoio a idosos e à liderança firme, com foco na responsabilidade institucional frente a eventuais crises.
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