- O candidato presidencial Gouveia e Melo criticou adversários com atitude “miss mundo” e promessas de serem amigos do Governo durante uma visita a Santo Tirso.
- Acompanhado no café de Santo Tirso por Rui Rio, mandatário nacional da sua candidatura, e Isaltino Morais, presidente da Câmara de Oeiras, destacou a necessidade de exigência e responsabilização na vida pública.
- Alegou que alguns oponentes adotam uma postura excessivamente optimista, quase de “miss mundo”, dizendo que tudo é maravilhoso.
- Referiu-se a Cotrim Figueiredo, que escreveu ao primeiro-ministro, ao apontar que há candidatos que prometem amizade com o Governo por receio de instabilidade.
- Enfatizou que ninguém quer criar instabilidade, mas que é essencial ser exigente consigo e com quem serve a causa pública.
O candidato presidencial Gouveia e Melo criticou hoje adversários que, na sua leitura, adotam uma postura de promessa de amizade com o Governo caso vençam as eleições. O objetivo é exigir responsabilidade e reformas em Portugal, disse aos jornalistas durante a visita a Santo Tirso.
No café onde discursou, o ex-chefe do Estado-Miro da Armada mencionou que alguns concorrentes parecem ver o mérito apenas em prometer apoio ao Governo, em vez de apresentar medidas consistentes para o país. A afirmação ocorreu na presença de Rui Rio, ex-presidente do PSD e mandatário nacional da candidatura, e de Isaltino Morais, presidente da Câmara de Oeiras.
Entre os temas apontados, Gouveia e Melo destacou a necessidade de proteger quem vive com pensões ajustadas à dignidade humana, e disse que é crucial evitar pressões constantes associadas a problemas nacionais. O candidato defendeu uma postura mais exigente de quem serve o interesse público.
De acordo com o candidato, não se trata de criar instabilidade, mas de exigir responsabilidade tanto a quem está no poder como aos concorrentes. A referência velada foi a uma carta recente do deputado Cotrim Figueiredo ao primeiro-ministro Luís Montenegro, sem mencionar nomes de forma direta.
O líder avisou que, para avançar, é essencial manter padrões elevados de exigência de dentro para fora. Afirmou que a causa pública requer dedicação firme e uma avaliação rigorosa das propostas apresentadas pelos opositores.
Críticas a adversários e contexto
Gouveia e Melo reiterou que o país enfrenta reformas necessárias e desafios sociais significativos. O tom das declarações evidencia uma linha de campanha centrada na responsabilidade cívica, sem oferecer julgamentos sobre aliados ou opositores.
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