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Cotrim Figueiredo vê pressão de Marcelo sobre Governo na saúde insuficiente

Cotrim Figueiredo diz que a pressão do Presidente sobre o Governo em saúde é insuficiente, defendendo que o tema deve ficar entre Presidente e Primeiro-Ministro

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Cotrim Figueiredo considera insuficiente pressão de Marcelo sobre Governo em matéria de saúde
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  • Cotrim Figueiredo afirma que a pressão do Presidente da República sobre o Governo em matéria de saúde é insuficiente, segundo a sua perspetiva, sem querer ser injusto.
  • O candidato diz não conhecer a natureza nem o tom dos contactos entre Marcelo Rebelo de Sousa e o primeiro-ministro.
  • Em Caldas da Rainha, referiu ter ficado a saber que o Presidente fala frequentemente sobre o tema com o primeiro-ministro.
  • O Presidente disse ter discutido com o primeiro-ministro sobre mortes ocorridas sem socorro e garantiu que Luís Montenegro está ciente da gravidade do problema.
  • Cotrim defende que as questões de saúde devem ser tratadas com o primeiro-ministro e que a atuação do Presidente, nesses temas, deve manter-se no âmbito privado; as presidenciais estão marcadas para 18 de janeiro de 2026, com 11 candidatos.

O candidato presidencial Cotrim Figueiredo afirmou não querer ser injusto com Marcelo Rebelo de Sousa, mas considerou a pressão exercida sobre o Governo em matéria de saúde como sendo insuficiente. A declaração ocorreu durante uma visita à Praça da Fruta das Caldas da Rainha, no distrito de Leiria.

Questionado sobre se a pressão do Presidente da República é suficiente, o antigo eurodeputado revelou não conhecer a natureza e o tom dos contactos entre o chefe de Estado e o primeiro-ministro. Disse ainda que a situação exige avaliação cuidadosa.

Ainda antes de abordar outros temas, Cotrim Figueiredo referiu que ficou a saber, na sexta-feira à noite, que o Presidente discute com o primeiro-ministro o tema com frequência. O Presidente já tinha afirmado ter tratado das mortes sem socorro com o PM, reconhecendo a gravidade do problema.

Contexto político

O Presidente da República afirmou ter conversado com o primeiro-ministro na quinta-feira sobre as mortes ocorridas sem socorro e considerou Luís Montenegro consciente da importância da matéria. Questionado, o candidato reiterou que, institucionalmente, o PR deve abordar estas temáticas com o PM.

Cotrim Figueiredo defendeu que, em matéria de saúde, as decisões devem ficar com o primeiro-ministro e que as pressões externas só devem ocorrer em casos de extrema gravidade. Acrescentou que seria confuso se o Presidente hipoteticamente pressionasse ministros específicos.

Dados eleitorais

O calendário eleitoral aponta para as presidenciais a 18 de janeiro de 2026, com 11 candidatos em prova, um número recorde. Caso nenhum candidato obtenha maioria absoluta, haverá uma segunda volta a 8 de fevereiro entre os dois mais votados.

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