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Bernardo Martins vê a Autonomia como património regional

Bernardo Martins defende que a Autonomia é património regional e deve fazer mais e melhor do que o poder central, pese aos elevados índices de pobreza

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Bernardo Martins considera que Autonomia é património regional
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  • Bernardo Martins, ex-deputado do PS Madeira, afirmou que a Autonomia é património regional e deve permitir fazer mais e melhor do que o poder central.
  • No Congresso Regional do PS-Madeira, no Centro de Congressos da Madeira, destacou ganhos e imperfeições do percurso autonómico, com alocução sobre os 50 anos da Autonomia.
  • Criticou a apropriação da Autonomia por um partido maioritário e disse que o PSD não tem o direito de ser “dono exclusivo” da autonomia regional.
  • Defendeu que a Autonomia deve servir para melhorar Educação, Saúde e Habitação, mas apontou que, passados 50 anos, a Madeira permanece entre os Estados com elevados índices de pobreza.
  • Encerrou ao afirmar que o 25 de Abril é a verdadeira raiz da Autonomia madeirense e que as comemorações dos 50 anos devem aprofundar a luta autonómica.

Bernardo Martins, antigo deputado do PS Madeira, afirmou hoje que a Autonomia é um património regional e deve servir para realizar mais e melhor do que o poder central. A intervenção ocorreu no Congresso Regional do PS-Madeira, no Centro de Congressos da Madeira, em comemoração dos 50 anos da Autonomia.

O associado do PS enumerou ganhos da Autonomia, mas também apontou imperfeições do percurso. Criticou a apropriação da autonomia por um partido maioritário e disse que o PSD não tem o direito de se apresentar como único dono da autonomia regional. Afirmou que a maioria menospreza vozes da oposição.

Martins defendeu que a Autonomia deve melhorar áreas como Educação, Saúde e Habitação, indo além do que o poder central consegue fazer. Lamentou que, passados 50 anos, a Madeira permaneça entre as regiões com elevados índices de pobreza no país.

O ex-deputado associou o 25 de Abril à raiz da Autonomia madeirense e disse que as comemorações dos 50 anos devem aprofundar a luta pela autonomia. O objetivo, segundo ele, é aproximar políticas regionais das necessidades reais da população.

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