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Apoiantes de Nicolás Maduro deverão manifestar-se hoje

Apoiantes de Nicolás Maduro voltam hoje a manifestar-se em Caracas, uma semana após a detenção do líder venezuelano pelos EUA e início de negociações com Washington

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Apoiantes de Nicolás Maduro deverão voltar a manifestar-se hoje
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  • Os apoiantes de Nicolás Maduro devem voltar a manifestar-se hoje nas ruas de Caracas, uma semana depois da sua captura pelos Estados Unidos.
  • Maduro e a primeira-dama, Cilia Flores, acusados de tráfico de droga, declararam-se inocentes perante a justiça norte-americana e encontram-se detidos nos EUA.
  • Delcy Rodríguez foi nomeada presidente interina, na sequência da captura de Maduro.
  • O governo venezuelano nomeou um ex-diretor do banco central venezuelano como vice-presidente responsável pela economia, numa medida considerada prioritária, e trabalha numa abertura de relações diplomáticas com os Estados Unidos.
  • Washington mantém o bloqueio à exportação de petróleo venezuelano; várias dezenas de prisioneiros foram libertados desde quinta-feira, com estimativas de entre 800 e 1.200 detidos, segundo ONG e a Plataforma Unitária.

Apoiantes de Nicolás Maduro devem realizar hoje uma manifestação nas ruas de Caracas, uma semana depois da detenção do líder venezuelano pelos Estados Unidos, que pretendem exercer tutela sobre o país e o seu petróleo. A imprensa descreve o movimento como apoio ao governo interino.

Maduro e a primeira-dama, Cilia Flores, foram acusados de tráfico de droga e, em Nova Iorque, declararam inocência perante a justiça norte-americana. Estão detidos nos EUA à espera de processo judicial.

Na sequência da captura, Delcy Rodríguez foi nomeada presidente interina, substituindo Maduro. A mudança é apresentada como parte de uma reorganização governamental imediata no país.

Entre as primeiras mudanças, um ex-diretor do banco central venezuelano foi nomeado vice-presidente responsável pela economia, com o objetivo de dar prioridade à política económica do executivo interino.

O governo venezuelano anunciou ainda iniciar um processo exploratório para restabelecer relações diplomáticas com os Estados Unidos, rompidas desde 2019. Diplomatas norte-americanos visitaram Caracas na semana passada.

Donald Trump indicou que cancelou um novo ataque à Venezuela, citando cooperação entre Caracas e Washington. A Casa Branca não confirma planos de eleições, preferindo negociar com Delcy Rodríguez.

Delcy Rodríguez afirmou que a Venezuela não está subordinada a Washington, numa declaração divulgada pela imprensa estatal. O governo venezuelano tem adiantado medidas para manter a usabilidade de serviços públicos.

Na quinta-feira, o governo venezuelano anunciou libertação de vários prisioneiros. O presidente dos EUA descreveu o gesto como significativo. Famílias de opositores seguem à espera de notícias e contacto com as autoridades.

A ONG Foro Penal registou 11 libertações desde quinta-feira, incluindo António Gerardo Buzzetta Pacheco, cidadão com dupla nacionalidade. A Plataforma Unitária de oposição aponta entre 800 e 1.200 detidos.

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