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Santana Lopes afirma que, se vencer, a Presidência ficará bem entregue

Santana Lopes elogia Seguro na Figueira da Foz, nega apoio formal e afirma que, se vencer, a Presidência ficará bem entregue

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  • Em Figueira da Foz, António José Seguro viu a caravana passar por uma Câmara local e, à última hora, encontrou-se com o autarca Pedro Santana Lopes, que elogiou Seguro e afirmou que, se ganhar, a Presidência ficará bem entregue.
  • Santana Lopes disse não ser apoio formal, mas elogiou a “vida cívica e profissional” de Seguro; o ex-líder do PSD afirmou ainda que, no caso de vitória, a Presidência ficará bem entregue.
  • O tema políticas internas surge com Cotrim Figueiredo e Marques Mendes: Cotrim citou críticas de Mendes a Passos Coelho, Mendes respondeu com ataques a Cotrim, enquanto Moedas defendeu Mendes e pediu despolitização da saúde.
  • O Presidente da República promulgou o novo Sistema Nacional de Acesso a Consultas e Cirurgias, ressaltando benefícios como maior responsabilidade da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde e acesso digital a dados dos pacientes, com dúvidas sobre a implementação inicial.
  • António Filipe pediu que a cultura seja prioridades na agenda e criticou o uso político da Presidência; prometeu defender o 1% do Orçamento do Estado para cultura, em contraste com o investimento em armas.

Em direto/ Santana Lopes comenta Seguro na Figueira da Foz. A visita incluía paragens previstas numa fábrica de plásticos e na Assembleia, mas houve mudança de agenda: encontro na Câmara com o autarca e ex-líder do PSD, Pedro Santana Lopes. O tom foi de apoio contido.

Santana Lopes enalteceu António José Seguro, descrevendo-o como pessoa séria e competente, com uma vida cívica e profissional sem máculas. Garantiu que, se Seguro vencer, a Presidência ficará bem entregue por várias razões.

O candidato social-democrata, questionado sobre o impacto no PSD, respondeu que é livre. A intervenção de Santana Lopes foi recebida como elogiosa, sem confirmar apoio formal, mas gerando leitura de simpatia entre alguns observadores.

Confrontos entre candidatos e críticas de Marques Mendes

João Cotrim Figueiredo recorreu a declarações antigas de Luís Marques Mendes sobre Pedro Passos Coelho para criticar o candidato social-democrata. Este episódio ocorre num contexto de troca de acusações entre figuras da “família” do PSD. A troca de insultos envolve também referências a rivalidades históricas dentro do partido.

Marques Mendes acusou Cotrim de cair no ridículo, dizendo que o candidato parece estar apaixonado pelo Governo. Mendes afirmou ainda que Cotrim, ao enviar uma carta recente ao Primeiro-Ministro, perdeu credibilidade, mantendo o tom de crítica ao estilo de campanha.

Apoios e estratégias na corrida presidencial

Carlos Moedas confirmou apoios de autarcas eleitos nas últimas eleições, defendendo que Mendes é a escolha certa para enfrentar os desafios atuais. O discurso enfatizou experiência, serenidade e capacidade de decisão nos momentos difíceis, sem ceder a populismos.

Moedas também reiterou a necessidade de reconhecer os erros de sondagens e destacou a moderação como qualidade essencial para o próximo Presidente. O grupo de apoiantes mencionou ainda a importância de não desperdiçar votos e de escolher quem represente melhor o país.

Sistema de Saúde e promulgação de diplomas

No âmbito institucional, o Presidente da República promulgou um diploma relativo ao Sistema Nacional de Acesso a Consultas e Cirurgias, o segundo de três na área da Saúde devolvidos ao Governo para aperfeiçoamento. O diploma pretende acelerar o acesso a consultas e cirurgias, com maior responsabilidade para a Direção Executiva do SNS e acesso digital aos dados dos pacientes.

Marcelo Rebelo de Sousa destacou pontos positivos, mas apontou dúvidas quanto à inclusão das consultas numa fase inicial, ao ritmo de implementação e à proteção de dados dos pacientes. O Governo continua a trabalhar com o objetivo de modernizar o sistema.

Cultura, habitação e outras votações

António Filipe participou em ações com trabalhadores da cultura, defendendo que o setor deve merecer maior peso no Orçamento e no debate público. O candidato sublinhou a Constituição e o direito à cultura, prometendo pressionar a Assembleia para aumentar o investimento público na área.

Várias propostas sobre habitação foram chumbadas no parlamento, incluindo medidas sobre IVA na construção, zonamento inclusivo e limites de rendas. Votaram contra Chega, PSD e CDS-PP, com várias exceções e abstenções, revelando um debate mais amplo sobre políticas habitacionais.

Mobilização política e visão para o SNS

Marques Mendes reiterou a defesa de uma maior despolitização da saúde pública, defendendo concursos públicos para gestores e melhores remunerações para evitar o êxodo de profissionais para o privado. O objetivo é reduzir a politização excessiva do setor e promover soluções de longo prazo.

Catarina Martins pediu ação ao Governo e criticou a gestão do INEM, defendendo um compromisso com a melhoria do SNS. Questionou a prioridade dada à cultura e ao papel do Presidente na promoção de políticas públicas estáveis.

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