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Ministros britânicos estudam abandonar a X por imagens geradas por IA

Ministros britânicos estudam abandonar X após polémica com IA da plataforma que permite criar imagens de pessoas, incluindo crianças, sem roupa

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Ministros do Reino Unido consideram abandonar o X devido a preocupações com imagens geradas por ferramentas de IA
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  • Ministros britânicos estudam abandonar a rede social X devido à polémica sobre a ferramenta de IA Grok, que permite gerar imagens alteradas de pessoas, incluindo crianças sem roupa.
  • Anna Turley, presidente do Partido Trabalhista e ministra no Gabinete, afirmou que existem conversas dentro do governo e do partido sobre a continuidade do uso da plataforma.
  • O governo tem sido pressionado a abandonar o X, após a plataforma ter sido invadida por imagens geradas por IA; o X anunciou limitar a Grok apenas a utilizadores pagos.
  • O primeiro-ministro, Keir Starmer, disse que o X precisa de controlar a situação e que a Ofcom pode atuar sob a Lei de Segurança Online.
  • Alguns deputados e comissões anunciaram a saída da plataforma, incluindo a comissão de mulheres e igualdade, mas nenhum partido principal abandonou o X.

O governo do Reino Unido está a avaliar abandonar a rede social X devido à polémica em torno da ferramenta de IA da plataforma, que permite gerar imagens alteradas de pessoas, incluindo menores, sem vestimenta. A controvérsia envolve conteúdos gerados com a Grok, uma ferramenta integrada no X e gerida por Elon Musk.

Anna Turley, presidente do Partido Trabalhista e ministra no Gabinete, indicou ao The Guardian que há conversas no seio do Governo e do partido sobre a continuidade do uso da plataforma. A ideia é avaliar riscos e consequências antes de qualquer decisão.

No final da semana passada, o X informou que limitará o acesso à ferramenta de criação de imagens da Grok apenas a utilizadores pagos. O governo tem defendido que o regulador das comunicações, Ofcom, possa intervir ao abrigo da Lei de Segurança Online.

Posição do Governo e da Liderança

O primeiro-ministro Keir Starmer afirmou que o X precisa controlar a situação, e reiterou o apoio ao Ofcom para tomar medidas cabais. A ideia é assegurar que a plataforma cumpra as leis e reduza conteúdos inadequados.

Alguns membros do Parlamento já anunciaram que deixarão de utilizar o X. A comissão de mulheres e igualdade, liderada por Sarah Owen, indicou que a plataforma não é adequada para comunicações oficiais.

Louise Haigh, antiga ministra dos Transportes, sugeriu abandonar a rede social por motivos de segurança e responsabilidade. O The Guardian reporta que o debate continua entre manter a presença online ou sair da plataforma.

Por outro lado, há quem defenda a manutenção do uso do X, dado o grande alcance da rede, com mais de 500 milhões de utilizadores ativos mensais. Ainda não houve decisão de nenhum dos grandes partidos sobre a continuação da atividade na plataforma.

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