- O Governo aprovou medidas preventivas para impedir intervenções urbanísticas junto ao local previsto para o novo aeroporto Luís de Camões, junto ao Campo de Tiro de Alcochete, com o objetivo de evitar expropriações caras.
- O ministro da Presidência explicou que as medidas visam garantir que não haja perturbações no desenvolvimento da obra, sem revelar mais pormenores.
- O ministro das Infraestruturas disse que a ANA vai entregar ainda este mês a primeira fase do relatório ambiental, e que o Luís de Camões deverá estar em funcionamento entre dez a doze anos.
- A Comissão Técnica Independente identificou a necessidade de expropriações na Herdade de Vale Cobrão, em Benavente, numa parcela de 481 hectares.
- A ANA tinha proposto usar o valor da venda dos terrenos do atual aeroporto para financiar o novo, mas o Governo rejeitou a ideia, assegurando que não haverá encargos públicos.
O Governo avançou com medidas para evitar alterações ao uso dos solos que possam encarecer expropriações junto ao Campo de Tiro de Alcochete, onde vai nascer o novo aeroporto de Lisboa. O objetivo é impedir intervenções urbanísticas que prejudiquem a implementação da infraestrutura.
O Conselho de Ministros aprovou ações preventivas sobre o território adjacente ao aeroporto Luís de Camões. O ministro da Presidência explicou que as medidas visam evitar perturbações no desenvolvimento do projeto, sem detalhar pormenores durante a conferência de imprensa.
O ministro das Infrainições, Miguel Pinto Luz, avisou que o tempo dos adiamentos acabou e que os procedimentos para a construção estão a decorrer. Foi ainda anunciado que a ANA entregará, ainda este mês, a primeira fase do relatório ambiental, com a expetativa de o aeroporto funcionar dentro de 10 a 12 anos.
Terreno a expropriar
A Comissão Técnica Independente identificou a necessidade de expropriações na Herdade de Vale Cobrão, no concelho de Benavente. A parcela envolve 481 hectares.
Sem custos
A ANA propôs que a venda dos terrenos do atual aeroporto financiasse a atual obra, hipótese rejeitada pelo Governo. O Executivo assegurou que não haverá encargos públicos para o Estado.
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