- O Governo escolhe cinco vices para controlar áreas nas CCDR, mantendo o PS a maioria dos presidentes, com os ministros a determinar comandos para agricultura, educação, saúde, ambiente e cultura.
- No Norte pairam dúvidas sobre quem vence a CCDR; no resto do país existem vencedores antecipados, com apenas um candidato em Centro, Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve, resultado de acordo entre PSD e PS.
- O entendimento baseia-se na matemática: o presidente da CCDR é do partido com mais câmaras na região; PSD fica com o Norte e o Centro, PS com Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve.
- Pode haver alteração no Norte se António Cunha (PS) vencer Álvaro Santos (PSD), mudando o cenário atual.
- Se essa alteração ocorrer, manter-se-á o quadro atual: o PSD fica apenas com o Centro, com Ribau Esteves a substituir Isabel Damasceno.
O Governo escolheu cinco vices para supervisionar áreas estratégicas nas CCDR, em complemento aos presidentes regionais. As nomeações visam distribuir competências em áreas como agricultura, educação, saúde, ambiente e cultura.
Segundo o entendimento entre os dois grandes partidos, PS e PSD, os ministros definirão os comandos em cada área, mantendo o equilíbrio entre as regiões. Esta decisão não altera o modelo de presidência existente.
Nos пять CCDR, o Norte pode ter mudanças conforme o resultado da disputa entre António Cunha (PS) e Álvaro Santos (PSD). O resto do país aponta para vencedores antecipados com um único candidato por região.
Distribuição por região
- PSD mantém Norte e Centro, com Ribau Esteves no Centro, substituindo Isabel Damasceno.
- PS indica presidentes em Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve.
- Centro e Norte permanecem sob influência partidária dependendo do desfecho da votação no Norte.
A configuração atual sugere um equilíbrio entre partidos no quadro regional, com a distribuição final sujeita a alterações caso haja viragem em votos no Norte.
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