- Henrique Gouveia e Melo, candidato presidencial, acusou partidos de quererem controlar o voto dos portugueses e reiterou a ideia de ser suprapartidário.
- O dia começou no Alto Minho, com a participação da sua “comissão de honra” formada pelo povo, numa campanha marcada pelo frio.
- Em Viana do Castelo, prometeu acabar com a demagogia e o cinismo na política, citando medidas de saúde anunciadas pelo Primeiro-Ministro.
- Assumiu que prevê ir à segunda volta, dizendo que o cenário mais provável é a sua ida e o mais perigoso é o de terceiros alcançá-la.
- Seguiu para Guimarães, Braga e Aveiro, com visitas ao Paço dos Duques, arruada em Braga e jantar com apoiantes.
Henrique Gouveia e Melo intensificou a sua campanha junto da comissão de honra, o povo, num dia que começou no Alto Minho. O ex-chefe da Armada, que se apresenta como suprapartidário, voltou a criticar os adversários do sistema, afirmando que a atual campanha parece mais uma afirmação partidária do que uma apresentação de uma personalidade para a Presidência.
No decorrer da manhã em Viana do Castelo, o candidato criticou a demagogia e o cinismo na política, usando exemplos de medidas da Saúde anunciadas pelo primeiro-ministro na Assembleia da República para justificar a necessidade de propostas claras e concretas. Disse que, face a problemas, alguns recorrem a demagogia para desviar a atenção.
Mantém visão crítica sobre o cenário eleitoral
Gouveia e Melo mostrou confiança na segunda volta, afirmando que é o desfecho mais provável, embora considere perigoso para os adversários. O candidato admitiu que o cenário mais provável pode representar riscos para quem disputa a segunda volta, segundo a sua perspetiva.
Mais tarde, o ex-marechal dirigiu-se a Guimarães, onde visitou o Paço dos Duques e manteve contacto com a população. Em Braga participou numa arruada, recebendo elogios pelo desempenho na resposta à pandemia, segundo relatos locais.
Encerramento do dia em Aveiro
O périplo terminou com um jantar com apoiantes em Aveiro, concluindo um dia de atividades em várias cidades do norte a sul do país. A agenda visou consolidar o apoio de diferentes comunidades, mantendo o tom crítico em relação ao sistema político atual.
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