- António Filipe realizou o sexto dia de campanha em Coimbra, onde realizou o primeiro comício da sua candidatura.
- O candidato apresenta-se como convergência à esquerda, opposendo-se ao que chama de “política do costume” promovida pelos candidatos do Governo.
- Criticou o comentário do porta-voz do Livre, Rui Tavares, sobre a suposta “política do costume” na esquerda, defendendo que as eleições para Presidente pedem determinação cívica.
- Afirmou que não é uma “política do costume” e defende uma convergência de valores da esquerda, criticando apelos para elevação do centro em detrimento da esquerda.
- Reconheceu que as sondagens não são favoráveis, mas pediu que se afaste a ideia de que a esquerda está derrotada.
António Filipe afastou-se da chamada política do costume durante o arranque da sua campanha. O candidato apresentou-se como defensor de uma convergência à esquerda, em oposição às políticas que critica como neoliberais.
No sexto dia de campanha, Coimbra recebeu o primeiro comício de António Filipe. O auditório lotado ouviu o candidato criticar o que chama de “candidatos do Governo” e defender um rumo alternativo para o País.
O cabeça de lista destacou que a eleição presidencial não é um espaço para “ideias giras”, mas para governança com coragem e respeito pela Constituição. Afirmou que não pactuar com políticas neoliberais é parte fundamental da sua candidatura.
A comunicação de António Filipe enquadrou-se numa crítica à “política do costume”, defendendo uma convergência de valores de esquerda. O candidato rejeitou que haja derrota da esquerda e pediu aos apoiantes para evitar reduzir o campo a um centro.
As sondagens presentes não apontam vitórias favoráveis para o eixo da esquerda, segundo o próprio candidato. Ainda assim, afirmou que a esquerda não está derrotada, promovendo a mobilização à esquerda na direção das eleições presidenciais.
Observação: o resumo completo do discurso e mais detalhes podem ser lidos na íntegra no texto da campanha, sem divulgações adicionais.
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