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Vance aponta legítima defesa do agente que matou mulher em anti-imigração

Vance afirma que o agente do ICE agiu em legítima defesa após atropelamento durante operação de imigração em Minneapolis

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Vance aponta legítima defesa do agente que matou mulher em operação anti imigração
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  • O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, disse que o agente do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE) agiu em legítima defesa ao suafiinar a mulher em Minneapolis durante uma operação de imigração.
  • A morte de Renee Nicole Good, ocorrida na quarta-feira, gerou críticas à agência e ao processo de operação de imigração.
  • Vance afirmou que o agente foi atacado e agredido, justificando assim o disparo em legítima defesa.
  • A secretária do Departamento de Segurança Interna, Kristi Noem, indicou que o agente tinha sido arrastado por um veículo num incidente anterior, em junho.
  • Protestos em Minneapolis e St. Paul aumentaram, o governador Walz declarou estado de emergência e pediu auxílio da Guarda Nacional; escolas locais cancelaram aulas pelo resto da semana.

O vice-presidente dos EUA, JD Vance, afirmou hoje que o agente de controlo de imigração que matou uma mulher em Minneapolis agiu em legítima defesa. O incidente ocorreu na quarta-feira, durante uma operação de imigração integrada na cidade, Minnesota.

Vance mencionou que o atropelamento de um agente do ICE por um carro pode justificar uso de arma de fogo, mesmo que seja uma situação lamentável. Alega que o agente foi atacado e ferido durante o confronto.

A morte de Renee Nicole Good motivou críticas à atuação do ICE. Kristi Noem, secretária do DHS, disse que o agente eficazmente já tinha sido arrastado por um veículo em um incidente anterior, em junho, o que, segundo o governo, reforça a necessidade de defesa.

Contexto e reação

Vance descreveu Good como vítima de uma ideologia de esquerda e de uma rede de grupos com motivações políticas, afirmando que sua morte é uma tragédia cuja responsabilidade, na visão dele, recai sobre quem a instigou. Disse ainda que não houve linha de culpa para o agente.

As declarações geraram repercussão em Washington e no terreno. O incidente levou a um aumento de críticas ao ICE, agência criada em 2003 para identificar, deter e deportar imigrantes ilegais, bem como investigar crimes transnacionais.

Manifestações e medidas locais

Em Minneapolis, a morte desencadeou protestos de grande dimensão e vigílias em frente de instalações federais, com críticas à atuação do ICE. O governador do estado, Tim Walz, declarou estado de emergência e pediu prontidão da Guarda Nacional, sem indicar mobilização imediata. Escolas da cidade cancelaram atividades por segurança.

Contexto institucional

Desde a criação do ICE, a agência tem enfrentado acusações de discriminação e de políticas de deportação agressivas. O debate público tem colocado em evidência preocupações sobre direitos civis durante operações de imigração de alto alcance.

Este é o quadro factual até ao momento: o acidente ocorreu durante uma operação de imigração em Minneapolis; o agente envolvido continua sob investigação; e o governo mantém a narrativa de legítima defesa, enquanto críticas e protestos ganham contornos políticos.

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