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Presidenciais: poucos casos tardios de desistência em Belém são analisados

Quatro candidatos desistem na corrida presidencial em cinquenta anos, apoiados pela maioria pelo Partido Comunista Português (PCP), para concentrar votos à esquerda

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Jerónimo de Sousa debateu com Cavaco Silva e Jorge Sampaio na RTP, mas desistiu depois a favor de Sampaio
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  • Ao longo de cinco décadas, quatro candidatos deixaram a corrida presidencial: Carlos Brito, Ângelo Veloso, Jerónimo de Sousa e Alberto Matos.
  • Saíram em favor de outra candidatura que acabou por vencer as eleições.
  • Em quase todos os casos, o apoio foi da mesma força política, o Partido Comunista Português, numa estratégia de concentrar votos à esquerda para derrotar candidaturas à direita.
  • No caso de Jerónimo de Sousa, ele desistiu a favor de Jorge Sampaio, após ter discutido com Cavaco Silva e Sampaio na RTP.
  • O padrão de desistências visa, de forma estratégica, reforçar a posição de quem representa a esquerda nas urnas.

Ao longo de 50 anos, a política portuguesa registou quatro casos de desistência de candidaturas à Presidência da República, com foco estratégico. Em todos eles, o apoio recaiu em candidatos que venceram as eleições.

Estes casos são pouco frequentes e, quase sempre, ligados ao PCP. As desistências visaram concentrar votos à esquerda para alcançar a derrota de candidaturas da direita. Os nomes citados são Carlos Brito, Ângelo Veloso, Jerónimo de Sousa e Alberto Matos.

Desistências históricas

Jerónimo de Sousa participou em debates com Cavaco Silva e Sampaio na RTP, mas acabou por desistir a favor de Sampaio. Esta prática, caso rara, revela um alinhamento tático entre forças políticas para maximizar o colapso de candidaturas rivais.

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