- O primeiro-ministro Luís Montenegro assegurou a continuidade da ministra da Saúde, Ana Paula Martins, no Governo.
- Montenegro anunciou o reforço de meios para o INEM, incluindo a disponibilização de 275 viaturas.
- O debate quinzenal de 2026 ficou marcado pela crise na saúde, com mortes de cidadãos que aguardavam socorro do INEM.
- O Governo rejeitou demissões como solução, defendendo que as mudanças devem ocorrer para obter resultados.
- O chefe do Governo assumiu a responsabilidade política e afirmou estar disponível para responder por toda a Administração e pelos que a operacionalizam.
O primeiro-ministro Luís Montenegro segurou a ministra da Saúde, Ana Paula Martins, no decorrer do debate quinzenal de 2026. A medida foi acompanhada pela confirmação de um reforço de meios para o INEM, incluindo a aquisição de 275 viaturas. O objetivo é melhorar a resposta em situações de emergência.
A sessão decorreu numa semana marcada por críticas relacionadas com mortes de cidadãos enquanto aguardavam socorro. O tema da saúde dominou o debate, com Montenegro a responder a perguntas sobre a gestão da pasta. O Governo garantiu continuidade da ministra.
O anúncio de 275 viaturas para o INEM foi apresentado como parte de uma estratégia de melhoria da resposta a emergências. A discussão incluiu acusações de inconsistências na gestão, mas o primeiro-ministro manteve o foco na transformação institucional para obter resultados.
Debate e respostas
Montenegro afirmou várias vezes que a demissão não é solução, sublinhando que a responsabilidade primária é dele. Garantiu que a liderança política persiste com a ministra e com a equipa. Reiterou que a oposição tem, por vezes, feito críticas sem fundamentação.
Papel do Governo
A autoridade manteve que está empenhada em reforçar recursos operacionais do INEM. A ministra da Saúde continua no cargo, segundo o Governo, com a responsabilidade de implementar as medidas anunciadas e assegurar a continuidade da prestação de serviços.
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