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Zelensky sem resposta europeia ante novo ataque russo

Zelensky diz não ter resposta clara dos aliados europeus sobre reação a novo ataque russo; pede garantias de segurança juridicamente vinculativas, com apoio parlamentar

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  • Zelensky disse não ter recebido uma resposta clara dos aliados europeus sobre como reagiriam a um novo ataque russo, um dia após a cimeira em Paris onde Kiev obteve promessas de garantias de segurança.
  • Confirmou que houve vontade política, mas as garantias devem ser juridicamente vinculativas e apoiadas pelos Parlamentos, incluindo o Congresso dos Estados Unidos.
  • Afirma que a Ucrânia deve manter um exército de 800 mil soldados e estar equipada com armamento adequado, enfatizando a necessidade de financiamento.
  • Após a cimeira, 35 países da Coligação dos Dispostos concordaram em enviar uma força multinacional para a Ucrânia e participar na vigilância de um cessar-fogo, sob liderança norte-americana.
  • A Russia tem rejeitado repetidamente o envio de forças ocidentais e mantém como linha vermelha nas negociações; a invasão ocorreu a 24 de fevereiro de 2022.

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou não ter recebido uma resposta clara dos aliados europeus sobre como reagiriam a uma eventual agressão russa após o fim da guerra. A declaração surgiu um dia depois da cimeira em Paris, onde Kiev recebeu promessas de garantias de segurança.

Segundo Zelensky, houve vontade política entre os parceiros para oferecer garantias robustas, mas ele pediu que sejam juridicamente vinculativas e aprovadas pelos parlamentos, incluindo o Congresso dos EUA. O líder ucraniano sinalizou que as garantias devem ter suporte político firme para ter efeito.

O chefe de Estado reiterou a necessidade de manter um exército significativo, estimado em 800 mil militares, e de estar equipado com armamento adequado. Abordou também a importância de financiar plenamente estas estruturas de defesa, dada a dependência europeia de apoio financeiro e militar.

Coligação dos Dispostos

Após a cimeira de Paris, 35 países membros da Coligação dos Dispostos concordaram em enviar uma força multinacional para a Ucrânia e a participar na vigilância de um potencial cessar-fogo, sob liderança norte-americana, assim que houver acordo com a Rússia.

A Rússia já rejeitou reiteradamente a participação de forças ocidentais na Ucrânia, considerando-a uma linha vermelha nas negociações de paz. Moscovo invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022.

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