- Jorge Pinto afirmou que o voto útil é oportunista e que os portugueses estão fartos de ter de escolher entre o menos mau, defendendo que Portugal merece o melhor Presidente da República possível.
- Em tertúlia organizada pela Coisa Pública no Ateneu Popular do Montijo, o candidato disse perceber a pressão de votar útil nas presidenciais de 18 deste mês.
- Defendeu que o voto útil só é eficaz se representar o melhor para o país; caso contrário, é visto como falso voto útil e oportunista.
- Mostrou interesse no voto preferencial ordenado, dizendo que, se estivesse implementado, muitos segundos lugares dariam passos para a segunda volta.
- Ao questionamento sobre o que fará no dia 19 de janeiro se não passar à segunda volta, afirmou querer que as causas que o levaram à candidatura estejam representadas por outra candidatura; rejeitou o rótulo de versão portuguesa de Zohran Mamdani.
Jorge Pinto afirmou hoje que o voto útil é oportunista e que os portugueses estão fartos de ter de escolher entre o menos mau. O candidato presidencial defende que Portugal merece o melhor Presidente da República possível.
A declaração ocorreu numa tertúlia organizada pela Coisa Pública, no Ateneu Popular do Montijo, no distrito de Setúbal. Pinto disse perceber a pressão de votar útil nas presidenciais de 18 deste mês, mas sustentou que a escolha deve visar o melhor para o país.
Afirmou ainda que um voto útil não deve ser visto como mero aproveitamento de ocasião para chegar ao poder. Para ele, é essencial apoiar o candidato que melhor represente os interesses nacionais, evitando assim uma má escolha futura.
Sobre o voto preferencial, Pinto disse que é um sistema que gostaria de ver implementado nas presidenciais, argumentando que poderia valorizar o apoio de eleitores aos distintos candidatos, aumentando as hipóteses de passar à segunda volta.
Questionado sobre o que fará no dia 19 de janeiro caso não alcance a segunda volta, o candidato afirmou que pretende assegurar que as causas que o motivaram estejam representadas por outra candidatura.
Pinto recusou ainda o rótulo de “versão portuguesa de Zohran Mamdani” e afirmou que quer ser o Jorge Pinto de Portugal, destacando a importância de lideranças que tragam inovação e garanta avanços sociais.
O candidato, apoiado pelo Livre, salientou que Mamdani foi eleito por se manter fiel a si próprio e por defender minorias e trabalhadores, sem abandonar as lutas históricas dos direitos laborais.
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