- A reunião da Concertação Social marcada para 14 de janeiro foi adiada a pedido de alguns parceiros, devido ao período eleitoral, segundo o Expresso e confirmado pelo Observador junto de fonte oficial do Ministério do Trabalho e da Segurança Social.
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- A mesma fonte não revelou quais entidades pediram o adiamento, limitando-se a dizer que foi uma decisão de mais de uma parte, e que não há nova data definida.
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- O adiamento não deverá afectar as reuniões bilaterais entre Governo, sindicatos e entidades patronais já marcadas nem aquelas que ainda não estejam agendadas.
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- A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal disse ter sido contactada pelo Ministério do Trabalho e ter concordado com o adiamento.
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- Para 14 de janeiro está marcada uma reunião do primeiro-ministro com a CGTP, que estava prevista para 7 de janeiro e foi adiada, com o Governo a justificar o adiamento pelo atual cenário internacional após o ataque dos EUA à Venezuela.
A reunião da Concertação Social, inicialmente marcada para 14 de janeiro, foi adiadas a pedido de vários parceiros devido ao período eleitoral. A informação foi avançada pelo Expresso e confirmada pelo Observador junto de uma fonte oficial do Ministério do Trabalho e da Segurança Social.
A fonte do Ministério não revelou quais entidades pediram o adiamento, limitando-se a dizer que houve mais de uma. Não há nova data anunciada, e o reagendamento não deve colocar em risco as reuniões bilaterais entre Governo, sindicatos e entidades patronais já agendadas ou por marcar.
A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) adiantou ao Observador que foi contactada pelo Ministério e aceitou o adiamento. Para 14 de janeiro está igualmente prevista uma reunião entre o primeiro-ministro e a CGTP, que havia sido adiada de 7 de janeiro.
A CGTP já tinha dito que o Governo justificou o adiamento com o contexto internacional, após a intervenção dos EUA na Venezuela. O Ministério não detalhou novas razões nem prazos para as reuniões previstas.
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