Em Alta futeboldesportointernacionaispessoasnotícia

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Seguro diz que voto à esquerda não conta e pode favorecer a direita

Seguro diz que voto na esquerda não conta e pode favorecer a direita; apela à escolha de quem pode derrotar Ventura

Telinha
Por
Seguro diz que voto à sua esquerda «não conta» e pode favorecer a direita
0:00
Carregando...
0:00
  • António José Seguro afirmou em Portimão que o voto nos candidatos apoiados pela esquerda (Livre, PCP e BE) “não conta” porque seria meio voto e poderia favorecer a direita, garantindo ser o único capaz de derrotar André Ventura.
  • O candidato referiu sondagens que apontam alguns candidatos sem hipótese de passagem à segunda volta, dizendo que, se confirmadas, esse voto não conta.
  • Seguro explicou que votar em Jorge Pinto, António Filipe ou Catarina Martins pode “contar” contra o campo da esquerda e do centro‑esquerda, por representar meio voto.
  • O candidato destacou a urgência das eleições de 18 de janeiro, numa conjuntura de fragmentação e polarização, e apelou ao voto consciente para definir quem poderá derrotar o adversário na primeira volta.
  • As presidenciais realizam‑se a 18 de janeiro de 2026, com onze candidatos; se nenhum obtiver maioria, segue‑se uma segunda volta a 8 de fevereiro entre os dois mais votados; a campanha decorre de 4 a 16 de janeiro.

António José Seguro, candidato presidencial apoiado pelo PS, afirmou hoje em Portimão que votar em candidatos à esquerda do seu espectro não conta, por ser visto como meio voto que pode favorecer a direita. A perspetiva é apresentada numa comício no Museu de Portimão, onde defendeu ser o único capaz de derrotar André Ventura.

Seguro respondeu a sondagens que apontam a probabilidade de alguns oponentes deixarem de passar à segunda volta, dizendo que o voto nesses candidatos não contribui para o objetivo de derrotar a atual liderança. Afirmou que o voto em Jorge Pinto, António Filipe ou Catarina Martins pode, na prática, favorecer o campo político que pretende combater.

O candidato afirmou ainda que, para assegurar a passagem à segunda volta, é necessário considerar as consequências do voto. Sinalizou que há um cenário em que um candidato não consegue chegar aos dois nomes com maior votação, destacando a necessidade de apoio à sua candidatura.

O comício enfatizou a urgência das eleições presidenciais de 18 de janeiro, no contexto de fragmentação e polarização em Portugal. Seguro descreveu dinâmicas políticas atuais como diferentes do que se via há 50 anos, argumentando que algumas forças tentam dividir os portugueses.

Num passo adicional, o socialista sublinhou que, se eleito, a sua maioria seria efémera e que pretende exercer o cargo de forma a representar todos os portugueses, sem exclusões. Também reiterou que o voto nele não é visto como uma aposta arriscada, mas como uma escolha responsável.

As eleições estão marcadas para 18 de janeiro de 2026, altura em que 11 candidatos concorrem ao cargo. Caso nenhum obtenha mais de metade dos votos válidos, haverá uma segunda volta em 8 de fevereiro entre os dois mais votados.

Entre os candidatos constam Gouveia e Melo, Luís Marques Mendes (PSD/CDS), António Filipe (PCP), Catarina Martins (Bloco de Esquerda), António José Seguro (PS), Humberto Correia, André Pestana, Jorge Pinto (Livre), Cotrim Figueiredo (Iniciativa Liberal), André Ventura (Chega) e Manuel João Vieira. A campanha decorre de 4 a 16 de janeiro, segundo o calendário eleitoral.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais